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Governo lança programa que incentiva captação de recursos privados para universidades públicas

Uma das reivindicações das universidades é que esses recursos não sejam considerados como soma para atingir o teto de gastos do governo

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 Foto: Reprodução/Facebook/Ministério da Educação


O governo do presidente Jair Bolsonaro lançou oficialmente, nesta quarta-feira (17), um programa para reestruturar o financiamento das universidades federais do país. Denominado “Future-se”, o plano pretende aumentar a eficiência e estimular a inovação da educação no ensino superior público do país.

O programa permite que as universidades celebrem contratos de gestão compartilhada do patrimônio imobiliário do campus e da União. 

Além disso, será possível criar fundos patrimoniais com doações de empresas ou ex-alunos, para financiar pesquisas, por exemplo. 

De acordo com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, as universidades e institutos terão, com a proposta, mais liberdade para fazerem “o trabalho bem feito”. 

Uma das reivindicações das universidades é que esses recursos não sejam considerados como soma para atingir o teto de gastos do governo, pois se trata de um dinheiro extra.

Nos próximos 30 dias, antes da adesão das universidades, o Ministério da Educação realizará uma consulta pública pela internet sobre o novo programa.  A área jurídica do MEC ainda vai analisar quais pontos terão de ser aprovados pelo Congresso Nacional para entrarem em vigor.


 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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O governo do presidente Jair Bolsonaro lançou oficialmente, nesta quarta-feira (17), um programa para reestruturar o financiamento das universidades federais do país. Denominado “Future-se”, o plano pretende aumentar a eficiência e estimular a inovação da educação no ensino superior público do país.

O programa permite que as universidades celebrem contratos de gestão compartilhada do patrimônio imobiliário do campus e da União. 

Além disso, será possível criar fundos patrimoniais com doações de empresas ou ex-alunos, para financiar pesquisas, por exemplo. 

De acordo com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, as universidades e institutos terão, com a proposta, mais liberdade para fazerem “o trabalho bem feito”. 

Uma das reivindicações das universidades é que esses recursos não sejam considerados como soma para atingir o teto de gastos do governo, pois se trata de um dinheiro extra.

Nos próximos 30 dias, antes da adesão das universidades, o Ministério da Educação realizará uma consulta pública pela internet sobre o novo programa.  A área jurídica do MEC ainda vai analisar quais pontos terão de ser aprovados pelo Congresso Nacional para entrarem em vigor.

Reportagem, Marquezan Araújo