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Governo promete máquina enxuta, mas reduz menos de 3% dos cargos comissionados

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Foto: Agência Brasil

O governo não conseguiu cumprir a promessa de reduzir os cargos comissionados no Executivo. A ideia de que o mandato priorizaria uma máquina “enxuta” não se concretizou como prometeu o então coordenador da campanha de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, atual ministro-chefe da Casa Civil. 

Ao contrário do que vislumbrou o ministro, a redução no acumulado do ano foi de menos de 3%, segundo dados apurados pela BBC Brasil. Em dezembro de 2018, no fim do governo de Michel Temer (MDB), o número de cargos destinados a pessoas indicadas e sem concurso público era de cerca de 32 mil e 600 em todo o poder Executivo. No fim de novembro de 2019, o número era de 31 mil e 739, uma redução de apenas 2,9%.

 

Camila Costa

Jornalista formada há 10 anos, foi repórter de política no Jornal Tribuna do Brasil, do Jornal Alô Brasília e do Jornal de Brasília. Por cinco anos esteve no Correio Braziliense, como repórter da editoria de Cidades. Foi repórter e coordenadora de redação na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), vinculada à Presidência da República. Recebeu, por duas vezes, o Prêmio PaulOOctavio de Jornalismo e, em 2014, o Prêmio Imprensa Embratel/Claro 15° Edição. Hoje, Camila é repórter da redação da Agência do Rádio.


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LOC.: O governo não conseguiu cumprir a promessa de reduzir os cargos comissionados no Executivo. A ideia de que o mandato priorizaria uma máquina “enxuta” não se concretizou como prometeu o então coordenador da campanha de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, atual ministro-chefe da Casa Civil. 

Ao contrário do que vislumbrou o ministro, a redução no acumulado do ano foi de menos de 3%, segundo dados apurados pela BBC Brasil. Em dezembro de 2018, no fim do governo de Michel Temer (MDB), o número de cargos destinados a pessoas indicadas e sem concurso público era de cerca de 32 mil e 600 em todo o poder Executivo. No fim de novembro de 2019, o número era de 31 mil e 739, uma redução de apenas 2,9%.


Reportagem, Camila Costa