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GP Brasil de Fórmula 1 causa “guerra” entre Rio de Janeiro e São Paulo

Capital fluminense quer construir autódromo de R$ 700 mi com apoio de Bolsonaro; Paulistas criticam e negam dívidas com organizadores do evento

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Foto: Beto Issa/GP Brasil F1

O grande prêmio Brasil de Fórmula 1 virou motivo para uma guerra entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

É que a prefeitura carioca publicou aviso de licitação para a construção de um autódromo, no valor de R$ 700 milhões, com capacidade para 130 mil pessoas. De acordo com a prefeitura do Rio de Janeiro, os recursos para a construção do autódromo serão da iniciativa privada que terá 35 anos para explorar o local.

O anúncio, inclusive, foi comemorado pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele revelou que, sem o autódromo do Rio, o país poderia ficar sem o grande prêmio de Fórmula 1 porque o contrato firmado entre a organização do mundial e o estado de São Paulo, para o uso de Interlagos, chegará ao fim no próximo ano. Além disso, Jair Bolsonaro, afirmou que há uma dívida dos paulistas com os organizadores do GP impossibilitando, assim, a renovação do contrato.

Mas, esta semana os paulistas foram a público para garantir que têm condições de continuarem a sediar o evento mais importante do automobilismo mundial.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou que o presidente Bolsonaro está equivocado. O tucano garantiu que as dívidas entre Interlagos e os organizadores do GP Brasil foram renegociadas e que a continuidade do contrato, a partir de 2021, não sofre nenhuma resistência por parte dos executivos da Fórmula 1.

A licitação para a construção do autódromo do Rio de Janeiro deve ser publicada em janeiro de 2020. Antes, ela precisa ser aprovada pela câmara de vereadores da capital fluminense.  

 

Cristiano Carlos

Cristiano é jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília, com larga experiência em emissoras de rádio, desde 2002. Como repórter trabalha na cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, na produção de conteúdos sobre o dia a dia dos bastidores, da atuação dos parlamentares, nas comissões e nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. Acompanhou as campanhas eleitorais nacionais em 2014 e 2018. Também atua nas editorias de educação, saúde e esportes.


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O grande prêmio Brasil de Fórmula 1 virou motivo para uma guerra entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

É que a prefeitura carioca publicou aviso de licitação para a construção de um autódromo, no valor de R$ 700 milhões, com capacidade para 130 mil pessoas. De acordo com a prefeitura do Rio de Janeiro, os recursos para a construção do autódromo serão da iniciativa privada que terá 35 anos para explorar o local.

O anúncio, inclusive, foi comemorado pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele revelou que, sem o autódromo do Rio, o país poderia ficar sem o grande prêmio de Fórmula 1 porque o contrato firmado entre a organização do mundial e o estado de São Paulo, para o uso de Interlagos, chegará ao fim no próximo ano. Além disso, Jair Bolsonaro, afirmou que há uma dívida dos paulistas com os organizadores do GP impossibilitando, assim, a renovação do contrato.

Mas, esta semana os paulistas foram a público para garantir que têm condições de continuarem a sediar o evento mais importante do automobilismo mundial.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou que o presidente Bolsonaro está equivocado. O tucano garantiu que as dívidas entre Interlagos e os organizadores do GP Brasil foram renegociadas e que a continuidade do contrato, a partir de 2021, não sofre nenhuma resistência por parte dos executivos da Fórmula 1.

A licitação para a construção do autódromo do Rio de Janeiro deve ser publicada em janeiro de 2020. Antes, ela precisa ser aprovada pela câmara de vereadores da capital fluminense.

Reportagem, Cristiano Carlos