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Impasse no governo provoca convocação de novas eleições no Parlamento de Israel

O primeiro-ministro israelense perdeu a maioria após projeto de lei para obrigar jovens judeus ortodoxos a participarem do serviço militar no país

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MENAHEM KAHANA (AFP)

O Parlamento de Israel aprovou, nesta quarta-feira (30), a própria dissolução e decidiu convocar novas eleições. O problema começou quando o partido Yisrael Beitenu deixou de apoiar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, fazendo com que ele perdesse a maioria das cadeiras.

Isso, porque, o partido tentou aprovar uma lei obrigando jovens judeus ortodoxos a participarem do serviço militar obrigatório. O premiê foi contra e provocou um racha, que fez com que os cinco deputados do Beitenu deixassem a coalizão governista poucos dias antes do prazo de formação do governo.

Quando o partido do primeiro-ministro, Likud, percebeu que poderia cair do poder, apresentou um pedido para convocar novas eleições. O próprio premiê admitiu que era necessário substituir o Parlamento. O pedido foi aprovado, mas caso não tivesse sido, o presidente de Israel Reuven Rivlin receberia novos nomes para parlamentares e substituiria o próprio primeiro-ministro.

Os cidadãos israelenses voltam às urnas para escolher o novo Parlamento no dia 17 de setembro.

Sara Rodrigues

Sara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.


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LOC.: O Parlamento de Israel aprovou, nesta quarta quarta-feira (30), a própria dissolução e decidiu convocar novas eleições. O problema começou quando o partido Yisrael Beitenu deixou de apoiar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, fazendo com que ele perdesse a maioria das cadeiras.

Isso, porque, o partido tentou aprovar uma lei obrigando jovens judeus ortodoxos a participarem do serviço militar obrigatório. O premiê foi contra e provocou um racha, que fez com que os cinco deputados do Beitenu deixassem a coalizão governista poucos dias antes do prazo de formação do governo.

Quando o partido do primeiro-ministro, Likud, percebeu que poderia cair do poder, apresentou um pedido para convocar novas eleições. O próprio premiê admitiu que era necessário substituir o Parlamento. O pedido foi aprovado, mas caso não tivesse sido, o presidente de Israel Reuven Rivlin receberia novos nomes para parlamentares e substituiria o próprio primeiro-ministro.

Os cidadãos israelenses voltam às urnas para escolher o novo Parlamento no dia 17 de setembro.

Reportagem, Sara Rodrigues