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Incidência de dengue é alta em Três Lagoas, Brasilândia, Água Clara, Santa Rita do Pardo e Ribas do Rio Pardo

Na região, Três Lagoas teve o maior número de casos e Brasilândia teve a maior incidência de dengue

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Ministério da Saúde

Os municípios da região de Três Lagoas, no Leste de Mato Grosso do Sul, estão em alerta por casos de dengue. Até agora foram notificados 3.324 casos da doença nos cinco municípios da microrregião. De acordo com os dados do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, o maior número de casos foi notificado na própria cidade de Três Lagoas, onde 2.349 pessoas foram contaminadas pela doença desde o começo do ano. E no município de Brasilândia foi detectada a maior incidência da doença em 2020, ou seja, na região, a população desse município notificou o maior número de casos de dengue. No final de janeiro, o governo municipal declarou estado de emergência por causa da doença, situação que persiste até hoje. 

O coordenador de endemias do município de Brasilândia, Rogério Aparecido, explica que, com a declaração do estado de emergência, uma empresa foi contratada para combater a dengue no município.

“Está passando em todos os bairros, terrenos baldios, imóveis críticos e está retirando os depósitos que contém água e são criadouros do mosquito. O recado que a gente dá é que a população ajude a gente no combate do vetor. Cada um é responsável pelo seu próprio quintal”

Além de Brasilândia e Três Lagoas, os municípios de Água Clara, Santa Rita do Pardo e Ribas do Rio Pardo também estão com alta incidência de dengue.

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e que os maiores focos do inseto estão dentro das residências. O mosquito, que também transmite a Zika e a chikungunya, usa água parada para procriar em recipientes como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado, e até mesmo em tampas de garrafas esquecidas no quintal.

Todo o Mato Grosso do Sul está em estado de alerta para a dengue. Isso porque, neste ano, 18 pessoas morreram em decorrência da dengue no estado. Já são mais de 33 mil casos confirmados. A região Centro-Oeste é a mais afetada pela doença: soma 370 casos para cada 100 mil habitantes.

Até o momento, foram confirmadas 77 mortes por dengue em todo o país, mas 163 mortes são investigadas por suspeita de dengue. A faixa etária acima de 60 anos concentra 57,1% dos óbitos confirmados (44 mortes) por dengue.

O coordenador-geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede atenção da população para combater o mosquito dentro de casa.

“Nessa época do ano, o mosquito pode completar seu ciclo de reprodução, desde eclosão dos ovos até o inseto adulto em dez dias. Então, a gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicilio.”

A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.

 

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.


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LOC: Os municípios da região de Três Lagoas, no Leste de Mato Grosso do Sul, estão em alerta por casos de dengue. Até agora foram notificados 3.324 casos da doença nos cinco municípios da microrregião. De acordo com os dados do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, o maior número de casos foi notificado na própria cidade de Três Lagoas, onde 2.349 pessoas foram contaminadas pela doença desde o começo do ano. E no município de Brasilândia foi detectada a maior incidência da doença em 2020, ou seja, na região, a população desse município notificou o maior número de casos de dengue. No final de janeiro, o governo municipal declarou estado de emergência por causa da doença, situação que persiste até hoje. 

O coordenador de endemias do município de Brasilândia, Rogério Aparecido, explica que, com a declaração do estado de emergência, uma empresa foi contratada para combater a dengue no município.

TEC./SONORA: Rogério Aparecido, coordenador de endemias do município de Brasilândia

“Está passando em todos os bairros, terrenos baldios, imóveis críticos e está retirando os depósitos que contém água e são criadouros do mosquito. O recado que a gente dá é que a população ajude a gente no combate do vetor. Cada um é responsável pelo seu próprio quintal”

LOC.: Além de Brasilândia e Três Lagoas, os municípios de Água Clara, Santa Rita do Pardo e Ribas do Rio Pardo também estão com alta incidência de dengue.

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e que os maiores focos do inseto estão dentro das residências. O mosquito, que também transmite a Zika e a chikungunya, usa água parada para procriar em recipientes como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado, e até mesmo em tampas de garrafas esquecidas no quintal.LOC.: Todo o Mato Grosso do Sul está em estado de alerta para a dengue. Isso porque, neste ano, 18 pessoas morreram em decorrência da dengue no estado. Já são mais de 33 mil casos confirmados. A região Centro-Oeste é a mais afetada pela doença: soma 370 casos para cada 100 mil habitantes.

Até o momento, foram confirmadas 77 mortes por dengue em todo o país, mas 163 mortes são investigadas por suspeita de dengue. A faixa etária acima de 60 anos concentra 57,1% dos óbitos confirmados (44 mortes) por dengue.

O coordenador-geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede atenção da população para combater o mosquito dentro de casa.
 

TEC./SONORA: Rodrigo Said, coordenador-geral de vigilância em arbovirose do Ministério da Saúde

“Nessa época do ano, o mosquito pode completar seu ciclo de reprodução, desde eclosão dos ovos até o inseto adulto em dez dias. Então, a gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicilio.” 
 

LOC.: A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.