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INTERNET: Reino Unido faz pedido para que menores não possam “curtir” nas redes sociais

Conjunto de regras faz parte de sanções estabelecidas pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia

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Um simples ato de apertar o botão 'like', ao curtir uma postagem nas redes sociais, pode fazer com que os dados do usuário sejam armazenados.

Por esse motivo, o Escritório do Comissário de Informação do Reino Unido (ICO) lançou, na última semana, um código de conduta para os serviços de Internet, como redes sociais, jogos de vídeo online, site educativos e serviços de streaming não deixem que menores curtam posts ou enviem foguinhos no Snapchat. 

O documento publicado no site tem 16 pontos de sugestão para as plataformas online que podem coletar e processar dados de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, segundo Elizabeth Denham, comissária de informação, é “ajudar a criar um lugar aberto, transparente e protegido para as crianças que estão online”. 

Um dos pontos é para evitar estratégias que incentivem crianças a fornecer informações pessoais desnecessárias, desativar proteções de privacidade ou estender o uso. Além também de determinar que deve ser coletado e armazenado uma quantidade mínima de dados pessoais e que os serviços de localização deve ser desativados. 

Os 16 pontos da norma fazem parte das sanções estabelecidas pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Quem não obedecer a norma pode pagar multa de até 20 milhões de euros, equivalente a 88 milhões de Reais.

Sara Rodrigues

Sara iniciou sua carreira jornalística na redação da Agência do Rádio como estagiária. Passou um tempo como repórter no canal universitário da Universidade de Brasília, mas logo voltou à Agência. Ficou cerca de um ano como estagiária e foi contratada logo depois.


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Um simples ato de apertar o botão 'like', ao curtir uma postagem nas redes sociais, pode fazer com que os dados do usuário sejam armazenados.

Por esse motivo, o Escritório do Comissário de Informação do Reino Unido (ICO) lançou, na última semana, um código de conduta para os serviços de Internet, como redes sociais, jogos de vídeo online, site educativos e serviços de streaming não deixem que menores curtam posts ou enviem foguinhos no Snapchat. 

O documento publicado no site tem 16 pontos de sugestão para as plataformas online que podem coletar e processar dados de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, segundo Elizabeth Denham, comissária de informação, é “ajudar a criar um lugar aberto, transparente e protegido para as crianças que estão online”. 

Um dos pontos é para evitar estratégias que incentivem crianças a fornecer informações pessoais desnecessárias, desativar proteções de privacidade ou estender o uso. Além também de determinar que deve ser coletado e armazenado uma quantidade mínima de dados pessoais e que os serviços de localização deve ser desativados. 

Os 16 pontos da norma fazem parte das sanções estabelecidas pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Quem não obedecer a norma pode pagar multa de até 20 milhões de euros, equivalente a 88 milhões de Reais.

Reportagem, Sara Rodrigues