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Justiça de Goiás nega liberdade a João de Deus

Ele está preso desde o dia 16 de dezembro do ano passado e, no momento, está detido no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia

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Por Cintia Moreira

O Tribunal de Justiça de Goiás negou, nesta terça-feira (12), o pedido de habeas corpus feito pela defesa do médium goiano João Teixeira de Faria, o João de Deus, no caso da posse ilegal de armas.

Ele está preso desde o dia 16 de dezembro do ano passado e, no momento, está detido no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. O médium nega todos os crimes.

As armas foram apreendidas em endereços ligados a João de Deus em Abadiânia, onde funciona a Casa Dom Inácio de Loyola, e em Anápolis, onde ele também possui uma residência.

Os armamentos foram encontrados em fundo falso que foi feito no armário de um dos imóveis alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos por policiais civis. No local, também foram apreendidos R$ 405 mil em dinheiro.

Em seu voto, o desembargador-relator Edison Miguel destacou condições desfavoráveis para o médium, implicado também em processos de abuso sexual. Isso quer dizer que mesmo que ele conseguisse o habeas corpus no processo relativo à posse ilegal de armas, João de Deus continuaria preso pelo fato de ter outras acusações.  


 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O Tribunal de Justiça de Goiás negou, nesta terça-feira (12), o pedido de habeas corpus feito pela defesa do médium goiano João Teixeira de Faria, o João de Deus, no caso da posse ilegal de armas.

Ele está preso desde o dia 16 de dezembro do ano passado e, no momento, está detido no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. O médium nega todos os crimes.

As armas foram apreendidas em endereços ligados a João de Deus em Abadiânia, onde funciona a Casa Dom Inácio de Loyola, e em Anápolis, onde ele também possui uma residência.

Os armamentos foram encontrados em fundo falso que foi feito no armário de um dos imóveis alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos por policiais civis. No local, também foram apreendidos R$ 405 mil em dinheiro.

Em seu voto, o desembargador-relator Edison Miguel destacou condições desfavoráveis para o médium, implicado também em processos de abuso sexual. Isso quer dizer que mesmo que ele conseguisse o habeas corpus no processo relativo à posse ilegal de armas, João de Deus continuaria preso pelo fato de ter outras acusações.    

Reportagem, Cintia Moreira