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Seis em cada 10 pequenas empresas não sabem como se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados

Informação é de pesquisa da ICTS Protiviti, que aponta ainda que mais de 70% delas não têm controle sobre os dados que possui

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Foto: Agência Brasil

Empresas e governo têm até seis meses para se adequarem à  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que regulamenta o uso de dados no Brasil.

Segundo pesquisa da ICTS Protiviti, cerca de 58,3% das pequenas empresas não estão preparadas para a mudança, e  mais de 70% não têm controle sobre os dados que possui.

De acordo com as determinações da Lei Federal, que deve entrar em vigor em agosto, haverá uma mudança na forma de funcionamento e operação das empresas ao estabelecer regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Nas empresas, o funcionário terá o direito de saber, por exemplo, quantas pessoas veem a sua folha de pagamento e por quê.

Já os clientes poderão entrar em contato com qualquer empresa ou órgão público e perguntar que dados detêm, que uso fazem e quem os acessa. Se o usuário quiser apagar algum dado ou torná-lo anônimo, também poderá pedir. Além disso, será obrigatório criptografar os dados armazenados para que, na ocorrência de um vazamento, não seja possível lê-los.

Quem não cumprir as regras está sujeito a multas que podem chegar a R$ 50 milhões.

Alana Araújo



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Empresas e governo têm até seis meses para se adequarem à  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que regulamenta o uso de dados no Brasil.

Segundo a pesquisa da ICTS Protiviti, cerca de 58,3% das pequenas empresas não estão preparadas para a mudança, e  mais de 70% não têm controle sobre os dados que possui.

De acordo com as determinações da Lei Federal, que deve entrar em vigor em agosto, haverá uma mudança na forma de funcionamento e operação das empresas ao estabelecer regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Nas empresas, o funcionário terá o direito de saber, por exemplo, quantas pessoas veem a sua folha de pagamento e por quê.

Já os clientes poderão entrar em contato com qualquer empresa ou órgão público e perguntar que dados detêm, que uso fazem e quem os acessa. Se o usuário quiser apagar algum dado ou torná-lo anônimo, também poderá pedir. Além disso, será obrigatório criptografar os dados armazenados para que, na ocorrência de um vazamento, não seja possível lê-los.

Quem não cumprir as regras está sujeito a multas que podem chegar a R$ 50 milhões.

Reportagem, Alana Araújo