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Lula e filho são indiciados pela PF por tráfico de influência e lavagem de dinheiro

Investigação teve início após delação do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar

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Foto: Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Lula e seu filho Luís Cláudio Lula da Silva por suspeita de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. A empresa Touchdown, que pertence ao filho de Lula, teria recebido pagamentos que chegariam a R$ 10 milhões, apesar de seu capital social ser de apenas R$ 1 mil.

A investigação foi motivada pela delação do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar. Em sua delação, Alencar informou que Lula manteve contato com a empreiteira para beneficiá-la no governo Dilma Rousseff. Em troca, a empresa ficaria responsável por financiar projetos pessoais de seu filho.

O caso está sendo analisado pela Lava Jato, em São Paulo. A juíza Bárbara de Lima Issepi, da 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo, determinou que a investigação seja encaminhada para uma vara especializada em crimes financeiros.

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.


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A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Lula e seu filho Luís Cláudio Lula da Silva por suspeita de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. A empresa Touchdown, que pertence ao filho de Lula, teria recebido pagamentos que chegariam a R$ 10 milhões, apesar de seu capital social ser de apenas R$ 1 mil.

A investigação foi motivada pela delação do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar. Em sua delação, Alencar informou que Lula manteve contato com a empreiteira para beneficiá-la no governo Dilma Rousseff. Em troca, a empresa ficaria responsável por financiar projetos pessoais de seu filho.

O caso está sendo analisado pela Lava Jato, em São Paulo. A juíza Bárbara de Lima Issepi, da 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo, determinou que a investigação seja encaminhada para uma vara especializada em crimes financeiros.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes