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MAFRA (SC): “Me sinto muito grata por poder doar”, afirma moradora sobre doação de leite humano

Segundo o Ministério da Saúde, dependendo do caso, 1ml é o suficiente para alimentar um prematuro

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Arte: Sabrine Cruz/Agência do Rádio

Há pouco mais de um mês, a pequena Ana Lara nascia em Mafra. Com apenas 790 gramas, a recém-nascida prematura precisou de leite humano para se recuperar mais rápido e sair da unidade neonatal. Ainda sem poder mamar no peito, a bebezinha ainda é alimentada por sonda, com o leite da mãe, a caixa Letícia de Oliveira, de 25 anos, natural de Porto União. 

SERVIÇO: Saiba onde doar leite materno em Mafra (SC)

Com excesso de produção e sem poder alimentar a filha diretamente, Letícia começou a doar seu leite  para o Banco de Leite Humano Alimente uma Vida, da Maternidade Dona Catarina Kuss. Inicialmente, Letícia chegou a doar de três em três horas na unidade. 

Mais de 30 dias após o nascimento, Ana Lara ganhou peso e saúde graças ao leite materno recebido diariamente. Atualmente, pesa um quilo e quatrocentos gramas. 

A mãe conta como é gratificante ver o desenvolvimento da pequena e ajudar na melhora de saúde das crianças beneficiadas pelas doações. 

“Me sinto muito grata. Primeiro, por eu poder doar. Segundo, pela minha filha e por todos os bebês receberem leite materno. Tem mães sem fluxo de leite e a doação é muito importante. Eu sou muito grata ao banco de leite humano.” 

Arte: Sabrine Cruz/Agência do Rádio Mais

No último domingo (19), foi celebrado o Dia Nacional da Doação de Leite Humano. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que de janeiro a abril de 2019, quase três mil bebês receberam leite humano de doação em Santa Catarina. São mais de duas mil doadoras no estado e três mil e trezentos litros coletados.

Segundo o Ministério da Saúde, um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia. Dependendo do peso do prematuro, 1ml já o suficiente para nutri-lo a cada vez que for alimentado. 

Para ser doadora, a mulher precisa ser saudável e apresentar bons resultados nos exames de pré-natal e não estar tomando medicamento incompatível com a amamentação e doação de leite materno. Se estiver tudo certo, os funcionários de qualquer Banco de Leite Humano fazem o cadastro da mãe e entregam todo o material necessário para a coleta. 

A doação não atrapalha a alimentação do próprio filho da mulher. De acordo com a enfermeira do Banco de Leite Humano Alimente uma Vida, Juliana Maria Grizer, quanto mais estímulo a mulher tiver, mais produção de leite materno haverá.

“O leite materno precisa de um estímulo para que a produção aumente. Ou seja, o bebê mamando ou estímulo manual da mãe. O corpo vai ‘entender’ que uma produção maior de leite materno é necessária. Isso ajuda na amamentação do bebê da mulher também, porque a produção vai ser cada vez maior. Quanto mais ela estimular, a produção de leite materno vai ser maior.”

Em Mafra, o Banco de Leite Humano Alimente uma Vida já coletou quase 140 litros de 36 doadoras até abril deste ano. A unidade está localizada na Rua Brasílio Celestino de Oliveira, número 209, no centro da cidade. Para entrar em contato basta ligar para (47) 3641-4800. Repetindo: (47) 3641-4800.

Já o centro de referência do estado de Santa Catarina fica em Joinville, na maternidade Darcy Vargas, na Rua Miguel Couto, bairro Anita Garibaldi. O telefone de contato é o (47) 3461-5704. Repetindo: (47) 3461-5704.

Viu como o assunto é importante, mãe?  Só o leite materno tem anticorpos que protegem os bebês de doenças respiratórias e intestinais. E, por isso, ele pode ajudar a reduzir as taxas de mortalidade infantil. É com o leite materno que a criança se desenvolve melhor. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/doacaodeleite. 

Arte: Sabrine Cruz/Agência do Rádio Mais

 

Agência do Rádio



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LOC.: Há pouco mais de um mês, a pequena Ana Lara nascia em Mafra. Com apenas 790 gramas, a recém-nascida prematura precisou de leite humano para se recuperar mais rápido e sair da unidade neonatal. Ainda sem poder mamar no peito, a bebezinha ainda é alimentada por sonda, com o leite da mãe, a caixa Letícia de Oliveira, de 25 anos, natural de Porto União. 

Com excesso de produção e sem poder alimentar a filha diretamente, Letícia começou a doar seu leite  para o Banco de Leite Humano Alimente uma Vida, da Maternidade Dona Catarina Kuss. Inicialmente, Letícia chegou a doar de três em três horas na unidade. 

Mais de 30 dias após o nascimento, Ana Lara ganhou peso e saúde graças ao leite materno recebido diariamente. Atualmente, pesa um quilo e quatrocentos gramas. 

A mãe conta como é gratificante ver o desenvolvimento da pequena e ajudar na melhora de saúde das crianças beneficiadas pelas doações. 
 

TEC/SONORA: Letícia de Oliveira, caixa.

“Me sinto muito grata. Primeiro, por eu poder doar. Segundo, pela minha filha e por todos os bebês receberem leite materno, estar recebendo esse leite".
 

LOC.: No último domingo (19), foi celebrado o Dia Nacional da Doação de Leite Humano. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que de janeiro a abril de 2019, quase três mil bebês receberam leite humano de doação em Santa Catarina. São mais de duas mil doadoras no estado e três mil e trezentos litros coletados.

Segundo o Ministério da Saúde, um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia. Dependendo do peso do prematuro, 1ml já o suficiente para nutri-lo a cada vez que for alimentado. 

Para ser doadora, a mulher precisa ser saudável e apresentar bons resultados nos exames de pré-natal e não estar tomando medicamento incompatível com a amamentação e doação de leite materno. Se estiver tudo certo, os funcionários de qualquer Banco de Leite Humano fazem o cadastro da mãe e entregam todo o material necessário para a coleta. 

A doação não atrapalha a alimentação do próprio filho da mulher. De acordo com a enfermeira do Banco de Leite Humano Alimente uma Vida, Juliana Maria Grizer, quanto mais estímulo a mulher tiver, mais produção de leite materno haverá.
 

TEC/SONORA: Juliana Maria Grizer, enfermeira. 

“O leite materno precisa de um estímulo para que a produção aumente. Ou seja, o bebê mamando ou estímulo manual da mãe. O corpo vai ‘entender’ que uma produção maior de leite materno é necessária. Isso ajuda na amamentação do bebê da mulher também, porque a produção vai ser cada vez maior. Quanto mais ela estimular, a produção de leite materno vai ser maior.”
 

LOC.: Em Mafra, o Banco de Leite Humano Alimente uma Vida já coletou quase 140 litros de 36 doadoras até abril deste ano. A unidade está localizada na Rua Brasílio Celestino de Oliveira, número 209, no centro da cidade. Para entrar em contato basta ligar para (47) 3641-4800. Repetindo: (47) 3641-4800.

Já o centro de referência do estado de Santa Catarina fica em Joinville, na maternidade Darcy Vargas, na Rua Miguel Couto, bairro Anita Garibaldi. O telefone de contato é o (47) 3461-5704. Repetindo: (47) 3461-5704.

Viu como o assunto é importante, mãe?  Só o leite materno tem anticorpos que protegem os bebês de doenças respiratórias e intestinais. E, por isso, ele pode ajudar a reduzir as taxas de mortalidade infantil. É com o leite materno que a criança se desenvolve melhor. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/doacaodeleite.