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Mercado prevê aumento do PIB e redução da inflação para 2019, revela BC

Os economistas também estimam que, ao final de 2019, a taxa básica de juros, a Selic, estará em 5% ao ano

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Foto: Arquivo/EBC

Os economistas do mercado financeiro aumentaram a projeção para o crescimento da economia. De acordo com o boletim Focus – relatório divulgado semanalmente pelo Banco Central – a estimativa de evolução do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no país, passou de 0,81% para 0,83% neste ano. Para 2020, a previsão também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%.

O levantamento também verificou o andamento da inflação para 2019. Os analistas concluíram o relatório com estimativa de queda para o indicador, de 3,76% para 3,71%, atingindo a segunda redução seguida.

O resultado da expectativa para inflação ficou abaixo da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é 4,25%, mas dentro do intervalo de tolerância do sistema de metas, que vai de 2,75% a 5,75%.

O mercado financeiro também estima que, ao final de 2019, a taxa básica de juros, a Selic, estará em 5% ao ano. Atualmente a taxa está em 6%. Para o final de 2020, a previsão de 5,5% foi mantida. Para o fim de 2021 e 2022, a projeção segue em 7% ao ano.
 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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Os economistas do mercado financeiro aumentaram a projeção para o crescimento da economia. De acordo com o boletim Focus – relatório divulgado semanalmente pelo Banco Central – a estimativa de evolução do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no país, passou de 0,81% para 0,83% neste ano. Para 2020, a previsão também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%.

O levantamento também verificou o andamento da inflação para 2019. Os analistas concluíram o relatório com estimativa de queda para o indicador, de 3,76% para 3,71%, atingindo a segunda redução seguida.

O resultado da expectativa para inflação ficou abaixo da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é 4,25%, mas dentro do intervalo de tolerância do sistema de metas, que vai de 2,75% a 5,75%.

O mercado financeiro também estima que, ao final de 2019, a taxa básica de juros, a Selic, estará em 5% ao ano. Atualmente a taxa está em 6%. Para o final de 2020, a previsão de 5,5% foi mantida. Para o fim de 2021 e 2022, a projeção segue em 7% ao ano.

Reportagem, Marquezan Araújo