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Mercado reduz previsão de crescimento do PIB para 2019

No caso da inflação, as previsões apontam estagnação em 3,87% para o ano que vem

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Foto: Arquivo/EBC

Por Marquezan Araújo

Economistas do mercado financeiro reduziram a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de 2,50% para 2,48%. 

Os números constam no boletim Focus desta segunda-feira (18), divulgado pelo Banco Central. O levantamento foi feito com mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, no entanto, as projeções do mercado indicam que haverá expansão da economia diante de um avanço de 2,50% para 2,58%.

Já no caso do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, as previsões do relatório desta segunda apontam estagnação em 3,87% para o ano que vem. 

Com o resultado, a expectativa do mercado permanece abaixo da meta de inflação, que é de 4,25% para este ano. O intervalo de tolerância da meta ficou fixado entre 2,75% e 5,75%.

Já a taxa básica de juros, a Selic, continua em 6,5% ao ano, mesmo patamar previsto para o fim de 2019. Para o final de 2020, a previsão ainda é de 8% ao ano. 

 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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Economistas do mercado financeiro reduziram a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de 2,50% para 2,48%. 

Os números constam no boletim Focus desta segunda-feira (18), divulgado pelo Banco Central. O levantamento foi feito com mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, no entanto, as projeções do mercado indicam que haverá expansão da economia diante de um avanço de 2,50% para 2,58%.

Já no caso do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, as previsões do relatório desta segunda apontam estagnação em 3,87% para o ano que vem. 

Com o resultado, a expectativa do mercado permanece abaixo da meta de inflação, que é de 4,25% para este ano. O intervalo de tolerância da meta ficou fixado entre 2,75% e 5,75%.

Já a taxa básica de juros, a Selic, continua em 6,5% ao ano, mesmo patamar previsto para o fim de 2019. Para o final de 2020, a previsão ainda é de 8% ao ano. 

Reportagem, Marquezan Araújo