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Ministério Público vai investigar contas eleitorais de Flávio Bolsonaro e relação com Queiroz

Filho do presidente Jair Bolsonaro diz que a análise de suas contas eleitorais é uma tentativa de criar “factoides”

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Senador Flávio Bolsonaro / Internet Divulgação

As prestações de contas eleitorais do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) serão analisadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, passou a ser investigado quando dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o COAF, vinculado ao ministério da Economia, revelaram movimentação financeira suspeita do ex-assessor parlamentar de Flávio, Fabrício Queiroz, de R$ 1,2 milhão, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, quando o Senador ainda era deputado estadual.

O COAF revelou, ainda, que a movimentação financeira de Queiroz era realizada em dinheiro vivo e em datas próximas ao pagamento dos servidores da Assembleia Legislativa Fluminense.

Queiroz afirma que o dinheiro foi usado em pagamentos a serviços prestados por assessores informais, em serviços de campanha política do filho do presidente.

Os promotores vão investigar a relação dos recursos capitados por Queiroz e as campanhas eleitorais de Flávio Bolsonaro. Se ficar comprovada alguma irregularidade nas contas do senador, o caso deve ser transferido para a Justiça Eleitoral.

Além de Flávio e Queiroz, o MP deve investigar, também, Valdenice Meliga. Ela foi tesoureira da campanha de Flávio Bolsonaro ao Senado. Valdenice tinha “carta branca” para assinar cheques e responder pelo dinheiro gasto na corrida eleitoral.

O Flávio Bolsonaro disse, por meio de nota, que a análise de suas contas eleitorais pelo Ministério Público do Rio “é mais uma tentativa de criar factoides para alimentar a imprensa e a campanha caluniosa contra ele”.

Cristiano Carlos

Cristiano é jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília, com larga experiência em emissoras de rádio, desde 2002. Como repórter trabalha na cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, na produção de conteúdos sobre o dia a dia dos bastidores, da atuação dos parlamentares, nas comissões e nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. Acompanhou as campanhas eleitorais nacionais em 2014 e 2018. Também atua nas editorias de educação, saúde e esportes.


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LOC.: As prestações de contas eleitorais do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) serão analisadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, passou a ser investigado quando dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o COAF, vinculado ao ministério da Economia, revelaram movimentação financeira suspeita do ex-assessor parlamentar de Flávio, Fabrício Queiroz, de R$ 1,2 milhão, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, quando o Senador ainda era deputado estadual.

O COAF revelou, ainda, que a movimentação financeira de Queiroz era realizada em dinheiro vivo e em datas próximas ao pagamento dos servidores da Assembleia Legislativa Fluminense.

Queiroz afirma que o dinheiro foi usado em pagamentos a serviços prestados por assessores informais, em serviços de campanha política do filho do presidente.

Os promotores vão investigar a relação dos recursos capitados por Queiroz e as campanhas eleitorais de Flávio Bolsonaro. Se ficar comprovada alguma irregularidade nas contas do senador, o caso deve ser transferido para a Justiça Eleitoral.

Além de Flávio e Queiroz, o MP deve investigar, também, Valdenice Meliga. Ela foi tesoureira da campanha de Flávio Bolsonaro ao Senado. Valdenice tinha “carta branca” para assinar cheques e responder pelo dinheiro gasto na corrida eleitoral.

O Flávio Bolsonaro disse, por meio de nota, que a análise de suas contas eleitorais pelo Ministério Público do Rio “é mais uma tentativa de criar factoides para alimentar a imprensa e a campanha caluniosa contra ele”.

Reportagem, Cristiano Carlos