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Ministra da Agricultura avalia como "razoável" ajustes na aposentadoria de agricultores

Opinião de Tereza Cristina foi dada a jornalistas em Brasília, após evento da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC)

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Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

No mesmo dia em que o governo apresentou ao Congresso o texto final da reforma da Previdência, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, avaliou como "razoável" os ajustes feitos nos critérios de aposentadoria de produtores rurais.

Depois de participar de um evento em Brasília, Tereza Cristina declarou a jornalistas que ainda não havia lido o texto na íntegra, mas que considerava “de bom tamanho” as mudanças.

“Ninguém gostaria de fazer uma reforma da Previdência, mas ela é para o futuro. Para que todos possam ter a sua aposentadoria, para que o Brasil possa voltar a ter investimentos e enfim... É fundamental para o Brasil.”

No texto entregue nesta quarta-feira (20) por Jair Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, trabalhadores e trabalhadoras do campo devem se aposentar aos 60 anos de idade. Pelas regras atuais, mulheres se aposentam com 55 e homens com 60 anos.
A reforma também estipula que para ter direito ao benefício, o trabalhador precisará contribuir por pelo menos 20 anos. Atualmente, a legislação prevê um tempo mínimo de atividade rural de 15 anos.

A ministra participou de um evento realizado pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em dados apresentados durante o painel na capital federal, o tabelamento do frete foi ressaltado como principal vilão do faturamento para produtores de milho e soja. Tereza Cristina concordou com a tese e reforçou que essa será a principal dificuldade a ser enfrentada pelo setor em 2019.
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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No mesmo dia em que o governo apresentou ao Congresso o texto final da reforma da Previdência, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, avaliou como "razoável" os ajustes feitos nos critérios de aposentadoria de produtores rurais.

Depois de participar de um evento em Brasília, Tereza Cristina declarou a jornalistas que ainda não havia lido o texto na íntegra, mas que considerava “de bom tamanho” as mudanças.
 

“Ninguém gostaria de fazer uma reforma da Previdência, mas ela é para o futuro. Para que todos possam ter a sua aposentadoria, para que o Brasil possa voltar a ter investimentos e enfim... É fundamental para o Brasil.”

No texto entregue nesta quarta-feira (20) por Jair Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, trabalhadores e trabalhadoras do campo devem se aposentar aos 60 anos de idade. Pelas regras atuais, mulheres se aposentam com 55 e homens com 60 anos.

A reforma também estipula que para ter direito ao benefício, o trabalhador precisará contribuir por pelo menos 20 anos. Atualmente, a legislação prevê um tempo mínimo de atividade rural de 15 anos.

A ministra participou de um evento realizado pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em dados apresentados durante o painel na capital federal, o tabelamento do frete foi ressaltado como principal vilão do faturamento para produtores de milho e soja. Tereza Cristina concordou com a tese e reforçou que essa será a principal dificuldade a ser enfrentada pelo setor em 2019.

Reportagem, Raphael Costa