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Ministro da Educação diz que corte no orçamento foi necessário por conta da situação econômica do país

Os bloqueios no MEC atingiram R$ 7,3 bilhões e afetam da educação infantil à pós-graduação

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Foto: Senado

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participou de uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal nesta terça-feira (7).

Em um primeiro momento, Weintraub apresentou as diretrizes e os programas prioritários da pasta de Educação. Em seguida, entre outros assuntos, o ministro falou sobre os cortes no orçamento que atingiram tanto o ensino superior, como o ensino básico.  Segundo ele, não existe corte, e sim um contingenciamento nos recursos por conta da fragilidade econômica enfrentada no país atualmente.

“Não há corte. Foi um contingenciamento que foi não imposto. A gente precisa cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal básica, se não “estoura” o país. Até descumpre a lei, tem que cumprir. Aí quando me impôs esse contingenciamento diante da arrecadação mais fraca e nós obedecemos. Eu tenho que obedecer às leis”, declarou.

Segundo ele, com a volta do crescimento da economia do país, os recursos voltarão a ser disponibilizados. Os bloqueios no MEC atingiram R$ 7,3 bilhões. Vão da educação infantil à pós-graduação.

O ministro apresentou dados sobre impacto de produção científica para justificar planos, já anunciados, de cortes nas área de humanas. Ele ressaltou que as áreas de saúde, biológica, saúde, agrárias e multidisciplinares têm maior impacto científico, ao passo que ciências sociais aplicadas, humanidades e linguísticas não teriam os mesmos resultados.

Weintraub também se posicionou contra a cobrança de mensalidades nas universidades públicas e favorável à autonomia universitária e à aproximação das instituições com o mercado produtivo e do empreendedorismo. 

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.


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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participou de uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal nesta terça-feira (7).

Em um primeiro momento, Weintraub apresentou as diretrizes e os programas prioritários da pasta de Educação. Em seguida, entre outros assuntos, o ministro falou sobre os cortes no orçamento que atingiram tanto o ensino superior, como o ensino básico.  Segundo ele, não existe corte, e sim um contingenciamento nos recursos por conta da fragilidade econômica enfrentada no país atualmente.

“Não há corte. Foi um contingenciamento que foi não imposto. A gente precisa cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal básica, se não “estoura” o país. Até descumpre a lei, tem que cumprir. Aí quando me impôs esse contingenciamento diante da arrecadação mais fraca e nós obedecemos. Eu tenho que obedecer às leis”.

Segundo ele, com a volta do crescimento da economia do país, os recursos voltarão a ser disponibilizados. Os bloqueios no MEC atingiram R$ 7,3 bilhões. Vão da educação infantil à pós-graduação.

O ministro apresentou dados sobre impacto de produção científica para justificar planos, já anunciados, de cortes nas área de humanas. Ele ressaltou que as áreas de saúde, biológica, saúde, agrárias e multidisciplinares têm maior impacto científico, ao passo que ciências sociais aplicadas, humanidades e linguísticas não teriam os mesmos resultados.

Weintraub também se posicionou contra a cobrança de mensalidades nas universidades públicas e favorável à autonomia universitária e à aproximação das instituições com o mercado produtivo e do empreendedorismo. 

Reportagem, Paulo Henrique Gomes