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Mosquito da dengue continua fazendo vítimas no DF

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Foto: Divulgação

Em 2020, as vítimas do Aedes aegypti não param de surgir. Manoel Cardoso, de 31 anos, que trabalha como segurança, foi picado pelo mosquito no início deste mês. O morador de Santa Maria relata que os sintomas da doença “dificultaram a vida”. 

“Comecei a me sentir mal, com febre, com a pele avermelhada, dor atrás dos olhos, sem fome, com a língua amargando, fraco e sem conseguir me alimentar”.

O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do DF aponta 1,4 mil casos prováveis de dengue, notificados em janeiro. 

Santa Maria registrou 885 casos de dengue, em 2019. No entanto, as Regiões Administrativas mais afetadas pela doença foram Planaltina, com quase 5.700 casos registrados; Ceilândia, com mais de 4 mil ocorrências; e São Sebastião, com 3.129, segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde.

O gerente de Vetores de Animais Peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental, Reginaldo Braga, aponta como principal fator para esse quadro, o fato dessas regiões terem muitos imóveis fechados ou abandonados, dificultando a vistoria realizada pelos agentes de combate. 

Por esse motivo, Reginaldo destaca que as ações serão intensificadas, e os trabalhos da Secretaria de Saúde em parceria com outras instituições serão fundamentais para a reversão desse quadro no DF.

“Só o Corpo de Bombeiros tem disponibilizado de 500 a 700 efetivos militares para nos ajudar. O SLU e a Novacap ajudam mais na questão dos manejos ambientais para retirarmos o máximo possível dos criadouros de dentro das casas. Claro que tem a morosidade, a burocracia, mas estamos tentando seguir o cronograma.”

O combate ao mosquito também é dever da população. Por isso, não deixe água parada. Encha pratinhos de vasos com areia, mantenha garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, tampe bem tonéis, barris e tanques e não esqueça de verificar se tem água parada no banheiro, principalmente nas instalações sanitárias, e na cozinha.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: Em 2020, as vítimas do Aedes aegypti não param de surgir. Manoel Cardoso, de 31 anos, que trabalha como segurança, foi picado pelo mosquito no início deste mês. O morador de Santa Maria relata que os sintomas da doença “dificultaram a vida”. 

TEC./SONORA: Manoel Cardoso, segurança

“Comecei a me sentir mal, com febre, com a pele avermelhada, dor atrás dos olhos, sem fome, com a língua amargando, fraco e sem conseguir me alimentar”.

LOC.: O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do DF aponta 1,4 mil casos prováveis de dengue, notificados em janeiro. 

Santa Maria registrou 885 casos de dengue, em 2019. No entanto, as Regiões Administrativas mais afetadas pela doença foram Planaltina, com quase 5.700 casos registrados; Ceilândia, com mais de 4 mil ocorrências; e São Sebastião, com 3.129, segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde.

O gerente de Vetores de Animais Peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental, Reginaldo Braga, aponta como principal fator para esse quadro, o fato dessas regiões terem muitos imóveis fechados ou abandonados, dificultando a vistoria realizada pelos agentes de combate. 

Por esse motivo, Reginaldo destaca que as ações serão intensificadas, e os trabalhos da Secretaria de Saúde em parceria com outras instituições serão fundamentais para a reversão desse quadro no DF.

TEC./SONORA: Reginaldo Braga, gerente da Gerência de Vetores de animais peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental

“Só o Corpo de Bombeiros tem disponibilizado de 500 a 700 efetivos militares para nos ajudar. O SLU e a Novacap ajudam mais na questão dos manejos ambientais para retirarmos o máximo possível dos criadouros de dentro das casas. Claro que tem a morosidade, a burocracia, mas estamos tentando seguir o cronograma.”

LOC.: O combate ao mosquito também é dever da população. Por isso, não deixe água parada. Encha pratinhos de vasos com areia, mantenha garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, tampe bem tonéis, barris e tanques e não esqueça de verificar se tem água parada no banheiro, principalmente nas instalações sanitárias, e na cozinha.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.