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MPF alega que não foi possível determinar causa do acidente que matou Eduardo Campos e arquiva inquérito do caso

O ex-governador de Pernambuco era candidato à presidente e morreu durante a campanha para as eleições de 2014

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Foto: Agência Brasil

O Ministério Público Federal arquivou, na última terça-feira (19), o inquérito policial que apurava o acidente aéreo que matou o, na época, candidato à Presidência da República Eduardo Campos e mais seis pessoas, em Santos, em agosto de 2014, poucos meses antes das eleições daquele ano.

Segundo o MPF, a ausência de equipamentos na cabine de comando do avião foi um dos fatores que impossibilitou a resolução do caso. O gravador de vozes, que poderia ajudar a esclarecer uma eventual falha mecânica ou humana, não estava funcionando no momento do acidente. A falta de um gravador de dados de voo também foi apontado pelo órgão como outro empecilho.

Entre as prováveis causas da queda do avião consideradas pelo MPF estão uma possível colisão com um elemento externo, desorientação espacial, e falhas em peças da aeronave. A apuração concluiu que tais suspeitas não são necessariamente excludentes e podem ter ocorrido até de forma combinada.

Na época do acidente, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, era candidato à Presidência da República e cumpria agenda de campanha viajando do Rio de Janeiro para o Guarujá quando o avião, um modelo modelo 560XL, caiu em Santos, no litoral paulista.
 

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.


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O Ministério Público Federal arquivou, na última terça-feira (19), o inquérito policial que apurava o acidente aéreo que matou o, na época, candidato à Presidência da República Eduardo Campos e mais seis pessoas, em Santos, em agosto de 2014, poucos meses antes das eleições daquele ano.

Segundo o MPF, a ausência de equipamentos na cabine de comando do avião foi um dos fatores que impossibilitou a resolução do caso. O gravador de vozes, que poderia ajudar a esclarecer uma eventual falha mecânica ou humana, não estava funcionando no momento do acidente. A falta de um gravador de dados de voo também foi apontado pelo órgão como outro empecilho.

Entre as prováveis causas da queda do avião consideradas pelo MPF estão uma possível colisão com um elemento externo, desorientação espacial, e falhas em peças da aeronave. A apuração concluiu que tais suspeitas não são necessariamente excludentes e podem ter ocorrido até de forma combinada.

Na época do acidente, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, era candidato à Presidência da República e cumpria agenda de campanha viajando do Rio de Janeiro para o Guarujá quando o avião, um modelo modelo 560XL, caiu em Santos, no litoral paulista.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes