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Muçulmanos em todo o mundo começam a celebrar o Ramadã nesta segunda (6)

Fiéis não podem comer, beber, fumar ou manter relações sexuais enquanto o sol estiver no horizonte até 4 de junho

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Foto: Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (6), muçulmanos em todo o mundo começam a celebrar o Ramadã, que é o mês sagrado em que eles se abstêm de comer, beber, fumar ou manter relações sexuais enquanto o sol estiver no horizonte. Cerca de dois bilhões de pessoas em todo o mundo seguem o ritual por acreditarem que sua solidariedade e gratidão a Deus ficam fortalecidas com o sacrifício. 

Apenas mulheres menstruadas e grávidas, doentes e viajantes que fazem trajeto penoso estão liberados do ritual, mas todos "deverão pagar" mais tarde pelos dias de jejum.

As grandes cidades dos países com maioria mulçumana utilizam canhões e sirenes para marcar o esperado momento do pôr-do-sol.

Na maioria dessas localidades, a vida se transforma totalmente durante o mês do jejum: as empresas, repartições públicas e escolas encurtam seus horários de funcionamento para que o jejum seja mais suportável. Cafés e restaurantes fecham durante o dia e ficam abertos à noite.

Na maior parte do mundo muçulmano, o Ramadã é cumprido por vontade própria ou por pressão social, e é pouco usual ver uma pessoa infringindo o jejum em público. No entanto, alguns países obrigam o jejum e castigam aqueles que não seguem o ritual, como Arábia Saudita, Bahrein, Paquistão, Afeganistão, Irã, Malásia, Brunei e Marrocos. O Ramadã segue até 4 de junho.

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.


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A partir desta segunda-feira (6), muçulmanos em todo o mundo começam a celebrar o Ramadã, que é o mês sagrado em que eles se abstêm de comer, beber, fumar ou manter relações sexuais enquanto o sol estiver no horizonte. Cerca de dois bilhões de pessoas em todo o mundo seguem o ritual por acreditarem que sua solidariedade e gratidão a Deus ficam fortalecidas com o sacrifício. 

Apenas mulheres menstruadas e grávidas, doentes e viajantes que fazem trajeto penoso estão liberados do ritual, mas todos "deverão pagar" mais tarde pelos dias de jejum.

As grandes cidades dos países com maioria mulçumana utilizam canhões e sirenes para marcar o esperado momento do pôr-do-sol.

Na maioria dessas localidades, a vida se transforma totalmente durante o mês do jejum: as empresas, repartições públicas e escolas encurtam seus horários de funcionamento para que o jejum seja mais suportável. Cafés e restaurantes fecham durante o dia e ficam abertos à noite.

Na maior parte do mundo muçulmano, o Ramadã é cumprido por vontade própria ou por pressão social, e é pouco usual ver uma pessoa infringindo o jejum em público. No entanto, alguns países obrigam o jejum e castigam aqueles que não seguem o ritual, como Arábia Saudita, Bahrein, Paquistão, Afeganistão, Irã, Malásia, Brunei e Marrocos. O Ramadã segue até 4 de junho.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes