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“Não vejo nada de mais”, comenta Mourão sobre a abertura de escritório comercial brasileiro em Jerusalém

O objetivo do governo brasileiro é promover comércio, investimento, tecnologia e inovação entre o Brasil e o país do Oriente Médio

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Foto: Agência Brasil

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (1º), em Brasília, que "não vê nada de mais" na abertura de um escritório comercial do Brasil em Jerusalém. A medida foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro no último domingo.

“A gente está junto com a decisão do presidente. Não vejo também nada de mais, é algo que não tem nada a ver com a diplomacia. Podemos até considerar um passo intermediário naquela ideia inicial do presidente de mudar a embaixada”, afirmou Mourão.

Segundo o Palácio do Planalto, a decisão é uma forma de promover comércio, investimento, tecnologia e inovação entre o Brasil e Israel.

Em fala à imprensa nesta segunda (1º), Bolsonaro ressaltou que mantém o compromisso, até o fim de seu mandato, de mudar a embaixada brasileira para Jerusalém.
 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (1º), em Brasília, que "não vê nada de mais" na abertura de um escritório comercial do Brasil em Jerusalém. A medida foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro no último domingo.

“A gente está junto com a decisão do presidente. Não vejo também nada de mais, é algo que não tem nada a ver com a diplomacia. Podemos até considerar um passo intermediário naquela ideia inicial do presidente de mudar a embaixada.”

Segundo o Palácio do Planalto, a decisão é uma forma de promover comércio, investimento, tecnologia e inovação entre o Brasil e Israel.

Em fala à imprensa nesta segunda (1º), Bolsonaro ressaltou que mantém o compromisso, até o fim de seu mandato, de mudar a embaixada brasileira para Jerusalém.

Reportagem, Cintia Moreira