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NATAL (RN): Bancos de Leite Humano da cidade esperam doações

Ao todo, aqui no Rio Grande do Norte, de janeiro até o momento, 2.142 recém-nascidos prematuros receberam doações de 939 mulheres

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Créditos: Ministério da Saúde

Quando o assunto é maternidade, Wilma Nunes tem experiência. Aos 34 anos, a moradora de Natal já é mãe de três. E, no nascimento da primeira filha – hoje, com 16 –, a dona de casa passou por um susto: a criança veio ao mundo prematura, no sexto mês de gravidez. 

Wilma conta que, à época, por ser muito ‘pequenininha’, a neném não tinha forças para sugar o leite direto no peito. Por isso, foi necessário usar leite materno fornecido por doadoras ao banco de leite humano – o que fez a diferença no desenvolvimento da filha, segundo ela. 

SERVIÇO: Saiba onde doar leite materno em Natal (RN)

Grata e incentivada por tamanha ajuda, na segunda gravidez, Wilma quis doar também, ao perceber que tinha leite materno excedente. 

Atualmente, já repete a dose, enquanto amamenta o terceiro filho. 

“Eu me sinto abençoada por Deus ter me dado essa dádiva de ser mãe, e também por ter me dado o privilégio de poder retribuir o que um dia foi dado à minha primogênita. Eu precisei de leite materno e lá tinha.”

Em Natal, as mães podem se tornar doadoras em três Bancos de Leite Humano diferentes: no Hospital Central Coronel Pedro Germano, no Hospital Dr. José Pedro Bezerra ou no centro de referência estadual, que fica na Maternidade Escola Januário Cicco.  
Ao todo, aqui no Rio Grande do Norte, de janeiro até o momento, 2.142 recém-nascidos prematuros ou com baixo peso receberam doações de 939 mulheres.

A coordenadora do Banco de Leite Humano referência em aleitamento materno no estado, Ana Zélia Oliveira, explica a necessidade da doação para os prematuros. 

“A doação de leite é importante para todos os bebês internados e que as mães estão temporariamente impossibilitadas de amamentar, e no caso específico do prematuro, que muitas vezes está impossibilitado de sugar. Então, a mãe com estresse, ou que está longe do bebê, tem a tendência de diminuir a produção, e a gente do banco de leite humano tem que dar o suporte para esse bebê ter o leite materno, que é o melhor alimento que existe.”

Somente no ano passado, foram coletados em todo o país 186 mil litros de leite humano, mas esse valor atendeu apenas 55% da demanda.  O Ministério da Saúde, em parceria com a rede BLH, lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno. Com o slogan “Doe leite materno, alimente a vida”, a campanha de doação visa sensibilizar as gestantes e as mulheres que amamentam a fazerem doações durante todo o ano. A meta do governo é aumentar em 15% o volume de leite materno coletado em todo o país.

Por isso, mães de Natal que estão amamentando e têm interesse em doar, entrem em contato com o Banco de Leite Humano referência em aleitamento aqui no Rio Grande do Norte. O telefone é (84) 3342-5800. Repetindo: (84) 3342-5800.

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse www.saude.gov.br/doacaodeleite. 

Agência do Rádio



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LOC.: Quando o assunto é maternidade, Wilma Nunes tem experiência. Aos 34 anos, a moradora de Natal já é mãe de três. E, no nascimento da primeira filha – hoje, com 16 –, a dona de casa passou por um susto: a criança veio ao mundo prematura, no sexto mês de gravidez. 

Wilma conta que, à época, por ser muito ‘pequenininha’, a neném não tinha forças para sugar o leite direto no peito. Por isso, foi necessário usar leite materno fornecido por doadoras ao banco de leite humano – o que fez a diferença no desenvolvimento da filha, segundo ela. 

Grata e incentivada por tamanha ajuda, na segunda gravidez, Wilma quis doar também, ao perceber que tinha leite materno excedente. 

Atualmente, já repete a dose, enquanto amamenta o terceiro filho. 

TEC./SONORA: Wilma Nunes, 34 anos, dona de casa. 

“Eu me sinto abençoada por Deus ter me dado essa dádiva de ser mãe, e também por ter me dado o privilégio de poder retribuir o que um dia foi dado à minha primogênita. Eu precisei de leite materno e lá tinha.”
 

LOC.: Em Natal, as mães podem se tornar doadoras em três Bancos de Leite Humano diferentes: no Hospital Central Coronel Pedro Germano, no Hospital Dr. José Pedro Bezerra ou no centro de referência estadual, que fica na Maternidade Escola Januário Cicco. 

Ao todo, aqui no Rio Grande do Norte, de janeiro até o momento, 2.142 recém-nascidos prematuros ou com baixo peso receberam doações de 939 mulheres.

A coordenadora do Banco de Leite Humano referência em aleitamento materno no estado, Ana Zélia Oliveira, explica a necessidade da doação para os prematuros. 
 

TEC./SONORA: Ana Zélia Oliveira, coordenadora do Banco de Leite da Maternidade Escola Januário Cicco. 

“A doação de leite é importante para todos os bebês internados e que as mães estão temporariamente impossibilitadas de amamentar, e no caso específico do prematuro, que muitas vezes está impossibilitado de sugar. Então, a mãe com estresse, ou que está longe do bebê, tem a tendência de diminuir a produção, e a gente do banco de leite humano tem que dar o suporte para esse bebê ter o leite materno, que é o melhor alimento que existe.”
 

LOC.: Somente no ano passado, foram coletados em todo o país 186 mil litros de leite humano, mas esse valor atendeu apenas 55% da demanda. 

O Ministério da Saúde, em parceria com a rede BLH, lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno. Com o slogan “Doe leite materno, alimente a vida”, a campanha de doação visa sensibilizar as gestantes e as mulheres que amamentam a fazerem doações durante todo o ano. A meta do governo é aumentar em 15% o volume de leite materno coletado em todo o país.

Por isso, mães de Natal que estão amamentando e têm interesse em doar, entrem em contato com o Banco de Leite Humano referência em aleitamento aqui no Rio Grande do Norte. O telefone é (84) 3342-5800. Repetindo: (84) 3342-5800.

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse www.saude.gov.br/doacaodeleite.