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“O que eu quero aos senhores é sacrifício também”, diz Bolsonaro a militares sobre Reforma da Previdência

Presidente falou sobre o tema nesta quinta (7), durante celebração do aniversário do Corpo de Fuzileiros Navais

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Foto: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7) que os militares precisarão fazer sacrifício com a nova reforma da Previdência. A declaração foi dada durante cerimônia de celebração dos 211 anos do Corpo de Fuzileiros Navais, no Centro do Rio de Janeiro. Bolsonaro disse também que irá respeitar as especificidades de cada uma das Forças Armadas.

A proposta do governo para a reforma da Previdência, entregue ao Congresso no dia 20 de fevereiro, não incluía os militares. Na época, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o governo apresentaria um projeto com mudanças nas regras para aposentadoria dos militares em até 30 dias.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu que a Comissão de Constituição e Justiça da Casa só votasse a constitucionalidade da reforma depois que o governo apresentasse as regras para os militares.

Ainda durante o evento no Rio de janeiro, Bolsonaro disse que a "democracia e liberdade só existe quando as suas respectivas Forças Armadas assim o quer".

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.


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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7) que os militares precisarão fazer sacrifício com a nova reforma da Previdência. A declaração foi dada durante cerimônia de celebração dos 211 anos do Corpo de Fuzileiros Navais, no Centro do Rio de Janeiro. Bolsonaro disse também que irá respeitar as especificidades de cada uma das Forças Armadas.

A proposta do governo para a reforma da Previdência, entregue ao Congresso no dia 20 de fevereiro, não incluía os militares. Na época, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o governo apresentaria um projeto com mudanças nas regras para aposentadoria dos militares em até 30 dias.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu que a Comissão de Constituição e Justiça da Casa só votasse a constitucionalidade da reforma depois que o governo apresentasse as regras para os militares.

Ainda durante o evento no Rio de janeiro, Bolsonaro disse que a "democracia e liberdade só existe quando as suas respectivas Forças Armadas assim o quer".

Reportagem, Paulo Henrique Gomes