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PB: Coordenadora do Banco de Leite recomenda aleitamento materno: “Oferece nutrientes que mãos humanas não geram na indústria”

A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, sendo nos primeiros seis meses somente o leite do peito

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Arte: Ítalo Novais

A gravidez da jornalista Haryane Arruda, moradora de João Pessoa, durou apenas sete meses. O pequeno Lucca nasceu prematuro e precisou ficar internado na UTI Neonatal durante 12 dias. Apesar do momento delicado e inesperado pelo qual passou, a mamãe de primeira viagem não abriu mão da amamentação. “Durante dez dias, eu extraí o meu leite na mão, tirei o colostro, porque eu sabia que era esse alimento tão vivo e tão importante que iria fazer ele sair mais rápido da UTI. Então, eu proibi que dessem algum leite artificial e me preparei para retirar o meu leite durante esses dias, ele tomava pela sonda.”

O leite materno é capaz de evitar diarreia e infecções respiratórias. Além disso, diminui também o risco de alergias, colesterol alto e diminui as chances de obesidade. O mais recente estudo publicado pela revista The Lancet, em 2016, mostrou que 823 mortes de crianças e de 20 mil mães poderiam ser evitadas em 75 países de média e baixa renda com o aumento da amamentação. Thaise Ribeiro, coordenadora do Banco de Leite Humano da Paraíba, reforça a importância do aleitamento materno. 

“Pro bebê, você vai oferecer o melhor tipo de alimento. Você não vai apenas alimentar, você vai oferecer outros nutrientes que mãos humanas não vão poder gerar em nenhuma indústria do mundo, então é algo que só o corpo humano pode gerar, que é o leite materno. Então, é vida que você passa para o seu filho, é amor, é vínculo e saúde também", afirma.

Arte: Sabrine Cruz

A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, sendo nos primeiros seis meses somente o leite do peito. A amamentação ajuda a desenvolver a fala, a dentição e até a inteligência da criança. Além disso, o ato de amamentar ajuda a criar vínculo entre membros da família. Hoje, Lucca, com um ano e seis meses, enche a mamãe de orgulho por ser destaque na escola pelo seu desenvolvimento conquistado com a ajuda do leite materno.

“Na escola do meu filho, ele é o único que fala e ele fala todas as palavras. Ele fala duas palavras para montar uma frase que nenhum outro bebê da idade dele consegue. As professoras ficam chocadas quando chego para buscá-lo. Ele dialoga com elas durante a alimentação, brincadeiras. Lucca tem uma pele, um viço diferente por conta da amamentação, ele tem essa memória forte e essa inteligência eu acredito que seja por conta do aleitamento materno", analisa.

 De primeiro a sete de agosto é celebrada a Semana Mundial da Amamentação. Na Paraíba, do litoral ao sertão, a programação vai acontecer durante a semana em hospitais públicos e em bancos de leite, com ações educativas de incentivo à amamentação para as mamães, famílias e profissionais da área da saúde. Basta procurar a unidade mais próxima de você.

A amamentação é uma das formas mais econômicas e eficazes de contribuir para a redução da taxa de mortalidade infantil. Por isso, incentive as mulheres que você conhece a amamentarem seus filhos. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br. 

Agência do Rádio



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LOC.: A gravidez da jornalista Haryane Arruda, moradora de João Pessoa, durou apenas sete meses. O pequeno Lucca nasceu prematuro e precisou ficar internado na UTI Neonatal durante 12 dias. Apesar do momento delicado e inesperado pelo qual passou, a mamãe de primeira viagem não abriu mão da amamentação.

TEC./SONORA: Haryane Arruda, jornalista. 

“Durante dez dias, eu extraí o meu leite na mão, tirei o colostro, porque eu sabia que era esse alimento tão vivo e tão importante que iria fazer ele sair mais rápido da UTI. Então, eu proibi que dessem algum leite artificial e me preparei para retirar o meu leite durante esses dias, ele tomava pela sonda.”
 

LOC.: O leite materno é capaz de evitar diarreia e infecções respiratórias. Além disso, diminui também o risco de alergias, colesterol alto e diminui as chances de obesidade. O mais recente estudo publicado pela revista The Lancet, em 2016, mostrou que 823 mortes de crianças e de 20 mil mães poderiam ser evitadas em 75 países de média e baixa renda com o aumento da amamentação. Thaise Ribeiro, coordenadora do Banco de Leite Humano da Paraíba, reforça a importância do aleitamento materno. 

TEC./SONORA: Thaise Ribeiro, coordenadora do Banco de Leite Humano da Paraíba

“Pro bebê, você vai oferecer o melhor tipo de alimento. Você não vai apenas alimentar, você vai oferecer outros nutrientes que mãos humanas não vão poder gerar em nenhuma indústria do mundo, então é algo que só o corpo humano pode gerar, que é o leite materno. Então, é vida que você passa para o seu filho, é amor, é vínculo e saúde também.”
 

LOC.: A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, sendo nos primeiros seis meses somente o leite do peito. A amamentação ajuda a desenvolver a fala, a dentição e até a inteligência da criança. Além disso, o ato de amamentar ajuda a criar vínculo entre membros da família. Hoje, Lucca, com um ano e seis meses, enche a mamãe de orgulho por ser destaque na escola pelo seu desenvolvimento conquistado com a ajuda do leite materno.

TEC./SONORA: Haryane Arruda, jornalista 

“Na escola do meu filho, ele é o único que fala e ele fala todas as palavras. Ele fala duas palavras para montar uma frase que nenhum outro bebê da idade dele consegue. As professoras ficam chocadas quando chego para buscá-lo. Ele dialoga com elas durante a alimentação, brincadeiras. Lucca tem uma pele, um viço diferente por conta da amamentação, ele tem essa memória forte e essa inteligência eu acredito que seja por conta do aleitamento materno.”
 

LOC.: De primeiro a sete de agosto é celebrada a Semana Mundial da Amamentação. Na Paraíba, do litoral ao sertão, a programação vai acontecer durante a semana em hospitais públicos e em bancos de leite, com ações educativas de incentivo à amamentação para as mamães, famílias e profissionais da área da saúde. Basta procurar a unidade mais próxima de você.

A amamentação é uma das formas mais econômicas e eficazes de contribuir para a redução da taxa de mortalidade infantil. Por isso, incentive as mulheres que você conhece a amamentarem seus filhos. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br.