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Permanência do Coaf no Ministério da Justiça e Segurança Pública é estratégica, afirma Moro

Na audiência, ministro disse que pretende aumentar o número de servidores do órgão

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Foto: EBC

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participou nesta quarta-feira (8) de uma audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Na reunião, Moro disse que a permanência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, em seu ministério, é estratégico para o enfrentamento da corrupção e do crime organizado.

“Sem informações sobre patrimônio dessas organizações criminosas, sem informações sobre transações financeiras de lavagem de dinheiro, e, por vezes, o tempo é fundamental para debelar e prevenir alguma dessas operações, sem falar o problema do risco de financiamento ao terrorismo, que é um risco que todo país enfrenta, nós não podemos ir adiante. Então, para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, o Coaf é estratégico”, disse.

Na audiência, Moro disse que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem uma série de preocupações no âmbito macroeconômico, como a inflação, juros, a reforma da Previdência, e que não é das maiores preocupações a questão da lavagem de dinheiro.

O ministro disse ainda que pretende aumentar o número de servidores do Coaf e aumentar a integração do órgão com os ministérios públicos Federal e Estadual, a Polícia Federal e as policiais estaduais.

Na reunião, Moro também citou informações sobre o combate ao tráfico de drogas, armas e outros crimes, sobre facções criminosas, como o PCC, sobre o combate a exploração sexual infanto-juvenil e sobre o decreto que flexibiliza o uso de armas.
 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participou nesta quarta-feira (8) de uma audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Na reunião, Moro disse que a permanência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, em seu ministério, é estratégico para o enfrentamento da corrupção e do crime organizado.

“Sem informações sobre patrimônio dessas organizações criminosas, sem informações sobre transações financeiras de lavagem de dinheiro, e, por vezes, o tempo é fundamental para debelar e prevenir alguma dessas operações, sem falar o problema do risco de financiamento ao terrorismo, que é um risco que todo país enfrenta, nós não podemos ir adiante. Então, para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, o Coaf é estratégico.”

Na audiência, Moro disse que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem uma série de preocupações no âmbito macroeconômico, como a inflação, juros, a reforma da Previdência, e que não é das maiores preocupações a questão da lavagem de dinheiro.

O ministro disse ainda que pretende aumentar o número de servidores do Coaf e aumentar a integração do órgão com os ministérios públicos Federal e Estadual, a Polícia Federal e as policiais estaduais.

Na reunião, Moro também citou informações sobre o combate ao tráfico de drogas, armas e outros crimes, sobre facções criminosas, como o PCC, sobre o combate a exploração sexual infanto-juvenil e sobre o decreto que flexibiliza o uso de armas.

Reportagem, Cintia Moreira