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Pesquisadores de São Paulo conseguem traçar atuação do vírus que potencializa a Leishmaniose

Doença ataca cerca de 21 mil pessoas por ano, no país, com maior incidência nos estados do Norte, Centro-Oeste e Nordeste

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Foto: Governo de Minas Gerais

Pesquisadores da Universidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, conseguiram entender a atuação do vírus LRV no protozoário causador da Leishmaniose Tegumentar. A ação do vírus potencializa a doença tornando o quadro clínico dos pacientes mais graves, com aparecimento de lesões na pele, nas mucosas; nariz, boca e garganta.

A Leishmaniose Tegumentar é transmitida pelo mosquito palha e tem maior incidência nos estados do Norte, Centro-Oeste e Nordeste. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registra cerca de 21 mil casos deste tipo da doença, por ano.

O estudo dos pesquisadores de Ribeirão Preto vai permitir que novas formas de tratamento sejam desenvolvidas. A pesquisa foi publicada na revista especializada Nature Communications.

 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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LOC.: Pesquisadores da Universidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, conseguiram entender a atuação do vírus LRV no protozoário causador da Leishmaniose Tegumentar. A ação do vírus potencializa a doença tornando o quadro clínico dos pacientes mais graves, com aparecimento de lesões na pele, nas mucosas; nariz, boca e garganta.

A Leishmaniose Tegumentar é transmitida pelo mosquito palha e tem maior incidência nos estados do Norte, Centro-Oeste e Nordeste. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registra cerca de 21 mil casos deste tipo da doença, por ano.

O estudo dos pesquisadores de Ribeirão Preto vai permitir que novas formas de tratamento sejam desenvolvidas. A pesquisa foi publicada na revista especializada Nature Communications.

Reportagem, Cristiano Carlos