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PGR se manifesta contrário ao pedido da defesa de Lula para anular condenação

Na visão do procurador interino, Alcides Martins, o objetivo dos advogados é criar situações ‘reprováveis’ protagonizadas pelos procuradores da Lava-Jato

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Créditos: Fotos MPF

O Procurador Geral da República interino, Alcides Martins, enviou um parecer para o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que seja mantida a decisão do ministro Edson Fachin, de negar o recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os advogados do petista queriam anular a condenação, no caso do apartamento no Guarujá (SP), por considerarem os procuradores da “Lava Jato” suspeitos. O argumento é de que os diálogos vazados e publicados pelo site The Intercept mostram irregularidade dos procuradores.

Sobre essa situação, Alcides destaca que as mensagens não tiveram a autenticidade e integridade confirmadas pela perícia, logo, não servem como prova.

Na nota publicada no site da PGR, Alcides destaca que “foram asseguradas todas as garantias constitucionais aplicáveis à espécie, em especial o direito à ampla defesa e ao contraditório, tendo sido confirmadas por mais de uma instância jurisdicional”.

Na visão do procurador interino, o objetivo dos advogados é criar situações ‘reprováveis’ protagonizadas pelos procuradores da Lava-Jato.

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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O Procurador Geral da República interino, Alcides Martins, enviou um parecer para o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que seja mantida a decisão do ministro Edson Fachin, de negar o recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os advogados do petista queriam anular a condenação, no caso do apartamento no Guarujá (SP), por considerarem os procuradores da “Lava Jato” suspeitos. O argumento é de que os diálogos vazados e publicados pelo site The Intercept mostram irregularidade dos procuradores.

Sobre essa situação, Alcides destaca que as mensagens não tiveram a autenticidade e integridade confirmadas pela perícia, logo, não servem como prova.

Na nota publicada no site da PGR, Alcides destaca que “foram asseguradas todas as garantias constitucionais aplicáveis à espécie, em especial o direito à ampla defesa e ao contraditório, tendo sido confirmadas por mais de uma instância jurisdicional”.

Na visão do procurador interino, o objetivo dos advogados é criar situações ‘reprováveis’ protagonizadas pelos procuradores da Lava-Jato.

Reportagem, Raphael Costa