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PIB cai 0,1% no primeiro trimestre do ano, aponta FGV

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, no entanto, houve alta de 0,5%

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Foto: Governo do Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que soma todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,1% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado. O dado é do Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta sexta-feira (17).

Segundo o pesquisador do FGV IBRE, Claudio Considera, o motivo deste recuo se deve, principalmente, ao desempenho ruim de alguns setores.

“O que explica esta retração é o péssimo desempenho da indústria de transformação; da extrativa mineral, devido a problemas de Brumadinho; a construção, que já vem há muito tempo com resultados negativos, tem a ver com uma falta de demanda, por conta do fato de que os estados, municípios e a própria União estão quebrados e não estão fazendo nada, não estão investindo nada em termos de construção”, disse.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, no entanto, houve alta de 0,5%. A agropecuária teve queda de 0,3%. Por outro lado, os serviços evitaram uma queda maior, ao apresentar crescimento de 0,2%.

Sob a ótica da demanda, a queda foi puxada pelos investimentos, que recuaram 1,9%. As exportações também caíram (-1,4%). Já o consumo das famílias cresceu 0,3% e o consumo de governo, 0,4%. Além disso, as importações cresceram 0,8%.
 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que soma todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,1% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado. O dado é do Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta sexta-feira (17).

Segundo o pesquisador do FGV IBRE, Claudio Considera, o motivo deste recuo se deve, principalmente, ao desempenho ruim de alguns setores.
 

“O que explica esta retração é o péssimo desempenho da indústria de transformação; da extrativa mineral, devido a problemas de Brumadinho; a construção, que já vem há muito tempo com resultados negativos, tem a ver com uma falta de demanda, por conta do fato de que os estados, municípios e a própria União estão quebrados e não estão fazendo nada, não estão investindo nada em termos de construção.”

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, no entanto, houve alta de 0,5%. A agropecuária teve queda de 0,3%. Por outro lado, os serviços evitaram uma queda maior, ao apresentar crescimento de 0,2%.

Sob a ótica da demanda, a queda foi puxada pelos investimentos, que recuaram 1,9%. As exportações também caíram (-1,4%). Já o consumo das famílias cresceu 0,3% e o consumo de governo, 0,4%. Além disso, as importações cresceram 0,8%.

Reportagem, Cintia Moreira