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Polícia Civil e MP prendem dois suspeitos de assassinarem Marielle Franco

Policial reformado, Ronnie Lessa e ex-militar, Élcio Vieira foram presos em suas residências

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Créditos: Fernando Frazão / Agência Brasil

A Força Tarefa montada pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil e promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro prendeu, na manhã dessa terça-feira (12), dois suspeitos de assassinarem no ano passado a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. O crime ocorreu no dia 14 de março do ano passado.
Um suspeito é o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos, e o outro é o policial reformado Ronnie Lessa, de 48 anos. De acordo com as investigações, Ronnie foi o autor dos disparos na noite do crime, enquanto Élcio dirigia o veículo utilizado para perseguir a vereadora e o motorista.

A Força-Tarefa prendeu os dois suspeitos em suas residências. Élcio foi preso na região do Engenho de Dentro, Zona Norte da cidade, enquanto Ronnie foi preso na Barra da Tijuca, Zona Oeste, no mesmo condomínio em que o presidente Jair Bolsonaro morava antes de ser eleito. Segundo a polícia, nenhum dos dois resistiu à prisão.
Intitulada Lume, a operação que prendeu Ronnie e Élcio cumpriu 32 mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos e em outros endereços ligados aos dois. Serão recolhidos documentos, telefones celulares, armas e computadores.

Os dois presos são os primeiros suspeitos apresentados como autores do crime. Além da prisão, o MP pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de Ronnie Lessa. Um pedido de indenização por danos morais das famílias das vítimas e uma pensão ao filho de Anderson Gomes também foram solicitados.

Em nota, a Anistia Internacional reiterou a necessidade de um que grupo externo e independente acompanhe as investigações e o processo. A Anistia ainda reforçou que as investigações devem continuar até que autores e mandantes do assassinato de Marielle sejam encontrados e levados à justiça.

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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A Força Tarefa montada pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil e promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro prendeu, na manhã dessa terça-feira (12), dois suspeitos de assassinarem no ano passado a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. O crime ocorreu no dia 14 de março do ano passado.
Um suspeito é o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos, e o outro é o policial reformado Ronnie Lessa, de 48 anos. De acordo com as investigações, Ronnie foi o autor dos disparos na noite do crime, enquanto Élcio dirigia o veículo utilizado para perseguir a vereadora e o motorista.

A Força-Tarefa prendeu os dois suspeitos em suas residências. Élcio foi preso na região do Engenho de Dentro, Zona Norte da cidade, enquanto Ronnie foi preso na Barra da Tijuca, Zona Oeste, no mesmo condomínio em que o presidente Jair Bolsonaro morava antes de ser eleito. Segundo a polícia, nenhum dos dois resistiu à prisão.
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ntitulada Lume, a operação que prendeu Ronnie e Élcio cumpriu 32 mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos e em outros endereços ligados aos dois. Serão recolhidos documentos, telefones celulares, armas e computadores.

Os dois presos são os primeiros suspeitos apresentados como autores do crime. Além da prisão, o MP pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de Ronnie Lessa. Um pedido de indenização por danos morais das famílias das vítimas e uma pensão ao filho de Anderson Gomes também foram solicitados.

Em nota, a Anistia Internacional reiterou a necessidade de um que grupo externo e independente acompanhe as investigações e o processo. A Anistia ainda reforçou que as investigações devem continuar até que autores e mandantes do assassinato de Marielle sejam encontrados e levados à justiça.

Reportagem, Raphael Costa