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Potencial de consumo de favelas chega a R$ 119,8 bilhões por ano

Pesquisa revela que bens duráveis são os mais almejados pelos habitantes das comunidades; 29% dos entrevistados manifestam a intenção de comprar um carro nos próximos 12 meses

  • Repórter
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Foto: Agência Brasil

O poder de consumo dos moradores de favelas brasileiras chega a R$ 119,8 bilhões por ano. O trabalho formal ou informal são a maior fonte de renda dos moradores das favelas brasileiras, segundo levantamento dos institutos Data Favela e Locomotiva.

O segundo maior tipo de rendimento (40%) são de pessoas que recebem auxílio-desemprego; 24% são de recursos do programa Bolsa Família. Os outros 15% são de moradores que vivem da aposentadoria ou pensão.

A pesquisa revela que os bens duráveis são os mais almejados pelos habitantes das comunidades. 29% dos entrevistados manifestam a intenção de comprar um carro nos próximos 12 meses.

Também estão na lista eletrodomésticos (24%), móveis (23%), moto (17%), televisão (14%), notebook (14%) e smartphone (12%), por exemplo. Foram entrevistadas 2.670 pessoas de 16 anos ou mais que se declararam moradoras de favelas. A pesquisa “Economia das Favelas”, foi realizada entre os dias 8 e 16 de dezembro de 2019, em 465 comunidades de 116 cidades.  

Alana Araújo



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O poder de consumo dos moradores de favelas brasileiras chega a R$ 119,8 bilhões por ano. O trabalho formal ou informal são a maior fonte de renda dos moradores das favelas brasileiras, segundo levantamento dos institutos Data Favela e Locomotiva.

O segundo maior tipo de rendimento (40%) são de pessoas que recebem auxílio-desemprego; 24% são de recursos do programa Bolsa Família. Os outros 15% são de moradores que vivem da aposentadoria ou pensão.

A pesquisa revela que os bens duráveis são os mais almejados pelos habitantes das comunidades. 29% dos entrevistados manifestam a intenção de comprar um carro nos próximos 12 meses.

Também estão na lista eletrodomésticos (24%), móveis (23%), moto (17%), televisão (14%), notebook (14%) e smartphone (12%), por exemplo. Foram entrevistadas 2.670 pessoas de 16 anos ou mais que se declararam moradoras de favelas. A pesquisa “Economia das Favelas”, foi realizada entre os dias 8 e 16 de dezembro de 2019, em 465 comunidades de 116 cidades.