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PRESIDENTE PRUDENTE (SP): Município registra mais de 7 mil casos de dengue em 2019

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Com mais de sete mil casos de dengue registrados de janeiro a novembro de 2019, Presidente Prudente é um dos municípios paulistas que mais sofrem com a presença do Aedes aegypti. O mosquito também transmite chikungunya e zika, doenças não notificadas na cidade entre 2018 e 2019. Em 2018, apenas 40 casos de dengue foram confirmados no município. Os dados foram coletados pela Secretaria Municipal de Saúde. 

Presidente Prudente está em situação de alerta para a infestação do mosquito. No ano passado, o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa, revelou que o município atingiu uma taxa de 1,3%, em novembro. A coordenadora epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, Elaine Bertacco, destaca que a quantidade de moradores que acumula materiais em suas residências contribuiu para a proliferação do mosquito. Além desse fator, a reintrodução do sorotipo 2 da dengue favorece o aumento do número de casos, devido à suscetibilidade da população a este sorotipo. 

“A nossa realidade é que nós não tivemos, em nenhum momento, interrupção dos casos. O que acontecia em meses e anos anteriores era termos, entre julho e agosto, casos a menos. O tipo 2 circulou no município em 2010, com 296 casos. Significa que nós temos toda uma população exposta. Se você acostuma ter esse hábito de olhar a casa como um todo, uma vez por semana, nesses locais onde proliferam o mosquito, você vai contribuir não só com o município, mas com você mesmo e sua família. A dengue é um problema meu, seu, de todo mundo”. 

Um exemplo de quem sofreu com o mosquito é o radialista Geraldo Gomes, de 52 anos. Morador do bairro Vitória Régia, Geraldinho – como é conhecido em Presidente Prudente – foi infectado pelo vírus da dengue duas vezes, entre os anos de 2015 e 2017 – período em que o município apresentou risco de infestação do Aedes aegypti. 

“Sentia o corpo ruim, dores musculares intensas, principalmente nas articulações, dores nos fundos dos olhos e um desânimo muito grande, aquela falta de coragem para me movimentar e fazer as coisas corriqueiras. Junto à falta de apetite, isso tudo acabou provocando a vontade de só ficar deitado”. 

Para intensificar o combate ao mosquito, em 2020, a Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Prudente vai continuar com os mutirões e ações educativas em áreas críticas do município, como os bairros de Jardim Brasília, Jardim Planalto, Sumaré, Vila Marcondes e Castelo Branco. 

No estado de São Paulo, os dados também são alarmantes. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, de janeiro a dezembro de 2019, mais de 442 mil casos prováveis de dengue foram registrados em todo o estado, 1.570 pessoas foram infectadas pelo vírus da chikungunya e houve 694 notificações de zika. 

Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número da Vigilância Epidemiológica de Presidente Prudente: (18) 3905-3265. Repetindo: (18) 3905-3265. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: Com mais de sete mil casos de dengue registrados de janeiro a novembro de 2019, Presidente Prudente é um dos municípios paulistas que mais sofrem com a presença do Aedes aegypti. O mosquito também transmite chikungunya e zika, doenças não notificadas na cidade entre 2018 e 2019. Em 2018, apenas 40 casos de dengue foram confirmados no município. Os dados foram coletados pela Secretaria Municipal de Saúde. 

Presidente Prudente está em situação de alerta para a infestação do mosquito. No ano passado, o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa, revelou que o município atingiu uma taxa de 1,3%, em novembro. A coordenadora epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, Elaine Bertacco, destaca que a quantidade de moradores que acumula materiais em suas residências contribuiu para a proliferação do mosquito. Além desse fator, a reintrodução do sorotipo 2 da dengue favorece o aumento do número de casos, devido à suscetibilidade da população a este sorotipo.

TEC./SONORA: Elaine Bertacco, coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. 

“A nossa realidade é que nós não tivemos, em nenhum momento, interrupção dos casos. O que acontecia em meses e anos anteriores era termos, entre julho e agosto, casos a menos. O tipo 2 circulou no município em 2010, com 296 casos. Significa que nós temos toda uma população exposta. Se você acostuma ter esse hábito de olhar a casa como um todo, uma vez por semana, nesses locais onde proliferam o mosquito, você vai contribuir não só com o município, mas com você mesmo e sua família. A dengue é um problema meu, seu, de todo mundo”. 

LOC.: Um exemplo de quem sofreu com o mosquito é o radialista Geraldo Gomes, de 52 anos. Morador do bairro Vitória Régia, Geraldinho – como é conhecido em Presidente Prudente – foi infectado pelo vírus da dengue duas vezes, entre os anos de 2015 e 2017 – período em que o município apresentou risco de infestação do Aedes aegypti. 
 

TEC./SONORA: Geraldo Gomes, radialista. 

“Sentia o corpo ruim, dores musculares intensas, principalmente nas articulações, dores nos fundos dos olhos e um desânimo muito grande, aquela falta de coragem para me movimentar e fazer as coisas corriqueiras. Junto à falta de apetite, isso tudo acabou provocando a vontade de só ficar deitado”. 

LOC.: Para intensificar o combate ao mosquito, em 2020, a Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Prudente vai continuar com os mutirões e ações educativas em áreas críticas do município, como os bairros de Jardim Brasília, Jardim Planalto, Sumaré, Vila Marcondes e Castelo Branco. 
No estado de São Paulo, os dados também são alarmantes. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, de janeiro a dezembro de 2019, mais de 442 mil casos prováveis de dengue foram registrados em todo o estado, 1.570 pessoas foram infectadas pelo vírus da chikungunya e houve 694 notificações de zika. 

Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número da Vigilância Epidemiológica de Presidente Prudente: (18) 3905-3265. Repetindo: (18) 3905-3265. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.