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Prévia da inflação sobe para 0,14% em novembro

Segundo o IBGE, esse é o menor resultado para o mês desde 1998, quando a taxa ficou em -0,11%

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Foto: Governo Federal

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial no país, subiu para 0,14% em novembro, após registrar 0,09% no mês anterior. De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro De Geografia e Estatística (IBGE), esse é o menor resultado para o mês desde 1998, quando a taxa ficou em -0,11%.

A leve aceleração foi puxada pelos transportes (0,30%), impactados pelo aumento da gasolina e do etanol. Já as passagens aéreas tiveram alta de 4,44%, após variação de 2,10% em outubro.

O grupo vestuário também acelerou, ficando em 0,68% em novembro, por conta das altas dos itens roupa masculina, feminina e infantil. Alimentação e bebidas apresentaram uma ligeira alta no índice neste mês (0,06%), após três meses consecutivos de deflação.

Porém, o grupo habitação apresentou a maior variação negativa e o maior impacto negativo no índice do mês (-0,22% e -0,04 p.p.). Esse resultado foi influenciado pela queda na energia elétrica (-1,51%), por conta da redução média de 5,30% nas tarifas residenciais de uma das concessionárias de São Paulo. Em Brasília e em Goiânia também houve redução nas tarifas.

O IPCA-15 integra o Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC), que produz índices a partir da coleta de dados em estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.
 

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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LOC.: O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial no país, subiu para 0,14% em novembro, após registrar 0,09% no mês anterior. De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro De Geografia e Estatística (IBGE), esse é o menor resultado para o mês desde 1998, quando a taxa ficou em -0,11%.

A leve aceleração foi puxada pelos transportes (0,30%), impactados pelo aumento da gasolina e do etanol. Já as passagens aéreas tiveram alta de 4,44%, após variação de 2,10% em outubro.

O grupo vestuário também acelerou, ficando em 0,68% em novembro, por conta das altas dos itens roupa masculina, feminina e infantil. Alimentação e bebidas apresentaram uma ligeira alta no índice neste mês (0,06%), após três meses consecutivos de deflação.

Porém, o grupo habitação apresentou a maior variação negativa e o maior impacto negativo no índice do mês (-0,22% e -0,04 p.p.). Esse resultado foi influenciado pela queda na energia elétrica (-1,51%), por conta da redução média de 5,30% nas tarifas residenciais de uma das concessionárias de São Paulo. Em Brasília e em Goiânia também houve redução nas tarifas.

O IPCA-15 integra o Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC), que produz índices a partir da coleta de dados em estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.

Reportagem, Cintia Moreira