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Procuradoria do Paraguai pede prisão de diretor de presídio e de 30 agentes penitenciários após fuga de detentos

A suspeita é de exista uma rede de corrupção que facilitou a fuga dos detentos

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Foto: Divulgação

Após a fuga de 76 integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) de um presídio do Paraguai, no último domingo (19), a Procuradoria do país sul-americano pediu a prisão do diretor de presídio regional de Pedro Juan Caballero e de 30 agentes penitenciários.  A suspeita é de que exista uma rede de corrupção que facilitou a fuga dos detentos.

De acordo com a ministra da Justiça do Paraguai, Cecilia Perez, dos 76 detentos, 40 são brasileiros e 36 paraguaios. A ministra chama atenção para uma possível omissão dos agentes penitenciários. Mesmo com uma movimentação intensa dos detentos, em um local vigiado por câmeras de segurança, não houve nenhuma ação diante das imagens que os agentes tinham à disposição.

Como a penitenciária fica na fronteira com a cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, as autoridades brasileiras montaram um bloqueio na região para ajudar na captura dos fugitivos e impedir que eles entrem no território nacional.


 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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LOC.: Após a fuga de 76 integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) de um presídio do Paraguai, no último domingo (19), a Procuradoria do país sul-americano pediu a prisão do diretor de presídio regional de Pedro Juan Caballero e de 30 agentes penitenciários.  A suspeita é de que exista uma rede de corrupção que facilitou a fuga dos detentos.

De acordo com a ministra da Justiça do Paraguai, Cecilia Perez, dos 76 detentos, 40 são brasileiros e 36 paraguaios. A ministra chama atenção para uma possível omissão dos agentes penitenciários. Mesmo com uma movimentação intensa dos detentos, em um local vigiado por câmeras de segurança, não houve nenhuma ação diante das imagens que os agentes tinham à disposição.

Como a penitenciária fica na fronteira com a cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, as autoridades brasileiras montaram um bloqueio na região para ajudar na captura dos fugitivos e impedir que eles entrem no território nacional.

Reportagem, Marquezan Araújo