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PSL insistirá para manter Coaf com Moro; MP, porém, pode perder validade

A informação foi dada pelo líder do partido no Senado, Major Olímpio (SP)

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Foto: Facebook/Reprodução

O PSL usará a votação do Senado para tentar devolver o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) ao ministro Sergio Moro. A informação foi confirmada pelo líder do partido na casa, senador Major Olímpio (SP).

Em conversa com jornalistas, ele afirmou que apresentará um destaque ao texto aprovado pela Câmara que retornou o Coaf para o controle do ministério da Economia.

“Eu já conversei com vários senadores e nós vamos apresentar um destaque e vamos colher as assinaturas individualmente dos senadores para que a gente possa chegar com a força para efetivar esse destaque. E, assim, fazer voltar o texto original da 870 com o Coaf permanecendo no ministério da Justiça”, afirmou Olímpio.

O problema para o governo é que a MP da reforma administrativa precisa ser votada até o dia três de junho. Isso significa que esse movimento do PSL pode fazer com que prazo de vigência da medida seja liquidado, uma vez que, no caso de qualquer alteração do Senado, o texto volta para análise da Câmara.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que se reunirá com os líderes partidários para debater o assunto na terça-feira (28) da próxima semana.

“A gente vai conversar com os líderes na terça (28) ainda em relação à essa questão dos prazos regimentais e tentar levar para o plenário uma votação que busque o consenso e entendimento de nós mantermos a estruturação que o governo decidiu com a redação da MP 870”, explicou.

Além de retirar o Coaf das mãos de Sergio Moro, o texto aprovado pela Câmara removeu a demarcação de terras indígenas do ministério Agricultura e voltou a Funai (Fundação Nacional do Índio) para a pasta da Justiça. Os deputados, porém, mantiveram a redução de ministérios de 29 para 22.

João Paulo Machado

João Paulo é graduado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e iniciou sua carreira estagiando na área de reportagem da Rádio Nacional (EBC). Na Agência do Rádio atuou na cobertura de eventos importantes como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No mesmo período, desenvolveu trabalho em parceria com o Ministério do Esporte redigindo reportagens para o portal Brasil2016.gov.br, além de colaborações para redes sociais.Atualmente, cobre os acontecimentos da Praça dos Três Poderes para a Agência do Rádio.


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O PSL usará a votação do Senado para tentar devolver o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) ao ministro Sergio Moro. A informação foi confirmada pelo líder do partido na casa, senador Major Olímpio (SP).

Em conversa com jornalistas, ele afirmou que apresentará um destaque ao texto aprovado pela Câmara que retornou o Coaf para o controle do ministério da Economia.

“Eu já conversei com vários senadores e nós vamos apresentar um destaque e vamos colher as assinaturas individualmente dos senadores para que a gente possa chegar com a força para efetivar esse destaque. E assim fazer voltar o texto original da 870 com o Coaf permanecendo no ministério da Justiça.”

O problema para o governo é que a MP da reforma administrativa precisa ser votada até o dia três de junho, e, portanto, esse movimento do PSL pode fazer com que prazo de vigência da medida seja liquidado, uma vez que, no caso de qualquer alteração do Senado, o texto volta para análise da Câmara.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que se reunirá com os líderes partidários para debater o assunto na terça-feira (28) da próxima semana.

“A gente vai conversar com os líderes na terça (28) ainda em relação a essa questão dos prazos regimentais e tentar levar para o plenário uma votação que busque o consenso e entendimento de nós mantermos a estruturação que o governo decidiu com a redação da MP 870.”

Além de retirar o Coaf das mãos de Sergio Moro, o texto aprovado pela Câmara removeu a demarcação de terras indígenas do ministério Agricultura e voltou a Funai (Fundação Nacional do Índio) para a pasta da Justiça. Os deputados, porém, mantiveram a redução de ministérios de 29 para 22.

Reportagem, João Paulo Machado