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Quase 3,5 mil bebês foram beneficiados pela doação de leite materno no Rio Grande do Sul, em 2019

Leite materno é o único alimento que garante desenvolvimento imunológico dos bebês

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Arte: Sabrine Cruz/Agência do Rádio

Foi em janeiro de 2017 que Priscila Jandrei Brasco, de 35 anos, fez a primeira doação de leite materno. Motivada pela vontade de ajudar bebês prematuros, a psicóloga doou para o banco de leite humano da Santa Casa de Porto Alegre, durante todo o período de licença maternidade. Ela continuou mesmo após o filho Pietro começar a comer outros alimentos além do leite materno. 

SERVIÇO: Saiba onde doar leite materno no Rio Grande do Sul

Para Priscila, ajudar na saúde do filho e de outros recém-nascidos que precisavam de leite materno foi uma experiência que mudou sua vida.

“Desde que isso tudo aconteceu na minha vida, levanto muito as bandeiras da amamentação e da doação. Porque foi tão gratificante para mim. Vemos (a doação) materializada nos bebês e a gratidão das mães por aquele leite.”  

A doação de leite humano é a alternativa para bebês prematuros e de baixo peso que não podem ser amamentados pelas próprias mães. Só o leite humano tem as propriedades necessárias para um melhor desenvolvimento infantil.

Somente em 2019, no Rio Grande do Sul, quase três mil e quinhentos bebês foram beneficiados com leite materno doado de mais de duas mil mulheres. Ao todo, são mais de mil e 700 litros coletados de janeiro a abril deste ano, de acordo com dados da Rede Global de Bancos de Leite Humano, representada no Brasil pela Fiocruz. 

Dados do Ministério da Saúde indicam que um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos prematuros ou de baixo peso por dia. Dependendo do peso do prematuro, 1ml já o suficiente para nutri-lo a cada vez que for alimentado. 

A composição do leite humano não pode ser reproduzida em laboratório, como explica a nutricionista da Santa Casa de Porto Alegre, Claudia Helena de Abreu Nunes. 

“Toda composição do leite materno em termos de nutriente é a mais adequada para o ser humano. Todos os fatores de imunização presentes no leite materno não podem ser reproduzidos através de uma fórmula. As enzimas, todo o processo lácteo, não têm como ser reproduzidos. Por isso, o leite materno é o alimento ideal e perfeito para o ser humano.” 



No Rio Grande do Sul o centro de referência em doação de leite humano é o Banco de Leite Humano da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, localizado na Rua Professor Annes Dias, número 295, no centro da capital. O telefone de contato é o (51) 3214-8284. Ao todo, são 10 bancos de leite humano e um posto de coleta em todo o estado. 

A mãe que quer ser doadora precisa apresentar bons resultados nos exames de pré-natal e ser saudável. Se estiver tudo certo, os funcionários de qualquer banco de leite humano fazem o cadastro da pessoa e entregam todo o material necessário para a coleta. 

Os profissionais da saúde buscam os vidros na casa da mãe e levam para o banco de leite humano para que seja pasteurizado.

O leite materno tem anticorpos que protegem os bebês de doenças respiratórias e intestinais. E, por isso, ele pode ajudar a reduzir as taxas de mortalidade infantil. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/.
 

Agência do Rádio



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LOC.: Foi em janeiro de 2017 que Priscila Jandrei Brasco, de 35 anos, fez a primeira doação de leite materno. Motivada pela vontade de ajudar bebês prematuros, a psicóloga doou para o banco de leite humano da Santa Casa de Porto Alegre, durante todo o período de licença maternidade. Ela continuou mesmo após o filho Pietro começar a comer outros alimentos além do leite materno. 

Para Priscila, ajudar na saúde do filho e de outros recém-nascidos que precisavam de leite materno foi uma experiência que mudou sua vida.
 

TEC/SONORA: Priscila Jandrei Brasco, psicóloga.

“Desde que isso tudo aconteceu na minha vida, levanto muito as bandeiras da amamentação e da doação. Porque foi tão gratificante para mim. Vemos (a doação) materializada nos bebês e a gratidão das mães por aquele leite.”  
 

LOC.: A doação de leite humano é a alternativa para bebês prematuros e de baixo peso que não podem ser amamentados pelas próprias mães. Só o leite humano tem as propriedades necessárias para um melhor desenvolvimento infantil.

Somente em 2019, no Rio Grande do Sul, quase três mil e quinhentos bebês foram beneficiados com leite materno doado de mais de duas mil mulheres. Ao todo, são mais de mil e 700 litros coletados de janeiro a abril deste ano, de acordo com dados da Rede Global de Bancos de Leite Humano, representada no Brasil pela Fiocruz. 

Dados do Ministério da Saúde indicam que um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos prematuros ou de baixo peso por dia. Dependendo do peso do prematuro, 1ml já o suficiente para nutri-lo a cada vez que for alimentado. 

A composição do leite humano não pode ser reproduzida em laboratório, como explica a nutricionista da Santa Casa de Porto Alegre, Claudia Helena de Abreu Nunes. 
 

TEC/SONORA: Claudia Helena de Abreu, nutricionista.

“Toda composição do leite materno em termos de nutriente é a mais adequada para o ser humano. Todos os fatores de imunização presentes no leite materno não podem ser reproduzidos através de uma fórmula. As enzimas, todo o processo lácteo, não têm como ser reproduzidos. Por isso, o leite materno é o alimento ideal e perfeito para o ser humano.” 
 

LOC.: No Rio Grande do Sul o centro de referência em doação de leite humano é o Banco de Leite Humano da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, localizado na Rua Professor Annes Dias, número 295, no centro da capital. O telefone de contato é o (51) 3214-8284. Ao todo, são 10 bancos de leite humano e um posto de coleta em todo o estado. 

A mãe que quer ser doadora precisa apresentar bons resultados nos exames de pré-natal e ser saudável. Se estiver tudo certo, os funcionários de qualquer banco de leite humano fazem o cadastro da pessoa e entregam todo o material necessário para a coleta. 

Os profissionais da saúde buscam os vidros na casa da mãe e levam para o banco de leite humano para que seja pasteurizado.

O leite materno tem anticorpos que protegem os bebês de doenças respiratórias e intestinais. E, por isso, ele pode ajudar a reduzir as taxas de mortalidade infantil. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/ Ministério da Saúde.