Menu

RIBEIRÃO PRETO (SP): Município registra 13 mil casos prováveis de dengue em 2019

Dos municípios da região, Ribeirão Preto tem um dos maiores índices de infestação predial, de acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa.

Banners
Créditos: Ministério da Saúde

LOC.: A Secretaria Municip¬al de Saúde de Ribeirão Preto combate o mosquito transmissor da dengue, Zika e Chikungunya, ocupando os bairros com altos índices de infestação predial, localizados no Distrito Oeste e Distrito Norte. Nessas localidades, os agentes de saúde fazem mutirões de limpeza e campanhas educativas. 
Isso porque, em 2019, foram notificados mais de 13 mil casos prováveis de dengue – com três mortes em decorrência da doença. Além disso, a secretaria de saúde local registrou cinco casos de chikungunya. Não houve ocorrência de Zika no município. 
Em comparação com 2018, há crescimento nas estatísticas da dengue. No ano retrasado, foram 271 casos. No período, chikungunya foi notificada oito vezes, enquanto a Zika representou nenhum caso. 
Além disso, dos municípios da região, Ribeirão Preto tem um dos maiores índices de infestação predial, de acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. O índice de 1,69% deixa o município em estado de alerta para surto das três doenças. 
Diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Ribeirão Preto, Luzia Marcia revela que o atraso no período de chuvas evitou um possível surto. O clima quente da região e a reintrodução de um novo sorotipo do vírus da dengue, o dois, reforçam que a proliferação do mosquito necessita ser combatida de forma intensiva. 
TEC./SONORA: Luzia Marcia, diretora de vigilância em saúde da Secretaria Municipal de Ribeirão Preto. 
“Ribeirão também teve a circulação quase que exclusiva do sorotipo 2 e nós nunca tivemos epidemia por esse sorotipo. Assim, a gente tem praticamente toda uma população suscetível e um aumento de casos”. 
LOC.:O objetivo da prefeitura é orientar e reforçar a necessidade de eliminar os focos do Aedes aegypti durante todo o ano, principalmente nos quintais e dentro das casas. 
A campanha é urgente já que, em São Paulo, os dados preocupam as autoridades de saúde. Segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, de janeiro a dezembro de 2019, mais de 442 mil casos de dengue foram registrados em todo o estado; 1,5 mil pessoas foram infectadas pelo vírus da Chikungunya; e 694 notificações de Zika foram registradas. 
Luzia Marcia revela detalhes da ação. 
TEC./SONORA: Luzia Marcia, diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Ribeirão Preto. 
“Temos bairros onde tem acúmulo grande de material inservível. Neste ano, retiramos mais de 88 mil quilos de materiais que servem como criadouro do mosquito”.
LOC.: Quem foi pega de surpresa pelo mosquito Aedes aegypti foi Gleice Brito, de 32 anos. Nascida em Ribeirão Preto e moradora do Jardim Ângelo Jurca, a assistente administrativa e o marido apresentaram sintomas da dengue durante 5 dias. Apesar do empenho para combater o mosquito diariamente, ela revela que seu bairro registrou vários casos no mesmo período. 
TEC./SONORA: Gleice Brito, assistente administrativa. 
“Senti muita dor no corpo, dor atrás dos olhos, nas costas, diarreia. Foi complicado cuidar de bebê recém-nascido. É importante cuidar dos vasos de plantas, não deixar água parada, olhar as caixas d’água. Todo mundo tem que fazer a sua parte”. 
LOC.: Lembre-se de que você é responsável pela sua casa. Portanto, fiscalize possíveis criadouros, como ralos, pneus, garrafas, vasos de flores e caixas d’água. 
Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número do disque dengue da vigilância ambiental de Ribeirão Preto: (16) 3628-2015. Repetindo: (16) 3628-2015. 
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Agência do Rádio



Cadastre-se

LOC.: A Secretaria Municip¬al de Saúde de Ribeirão Preto combate o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, ocupando os bairros com altos índices de infestação predial, localizados no Distrito Oeste e Distrito Norte. Nessas localidades, os agentes de saúde fazem mutirões de limpeza e campanhas educativas. 
Isso porque, em 2019, foram notificados mais de 13 mil casos prováveis de dengue – com três mortes em decorrência da doença. Além disso, a secretaria de saúde local registrou cinco casos de chikungunya. Não houve ocorrência de Zika no município. 
Em comparação com 2018, há crescimento nas estatísticas da dengue. No ano retrasado, foram 271 casos. No período, chikungunya foi notificada oito vezes, enquanto a Zika representou nenhum caso. 
Além disso, dos municípios da região, Ribeirão Preto tem um dos maiores índices de infestação predial, de acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. O índice de 1,69% deixa o município em estado de alerta para surto das três doenças. 
Diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Ribeirão Preto, Luzia Marcia revela que o atraso no período de chuvas evitou um possível surto. O clima quente da região e a reintrodução de um novo sorotipo do vírus da dengue, o dois, reforçam que a proliferação do mosquito necessita ser combatida de forma intensiva.

“Ribeirão também teve a circulação quase que exclusiva do sorotipo 2 e nós nunca tivemos epidemia por esse sorotipo. Assim, a gente tem praticamente toda uma população suscetível e um aumento de casos”. 

LOC.:O objetivo da prefeitura é orientar e reforçar a necessidade de eliminar os focos do Aedes aegypti durante todo o ano, principalmente nos quintais e dentro das casas. 
A campanha é urgente já que, em São Paulo, os dados preocupam as autoridades de saúde. Segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, de janeiro a dezembro de 2019, mais de 442 mil casos de dengue foram registrados em todo o estado; 1,5 mil pessoas foram infectadas pelo vírus da Chikungunya; e 694 notificações de Zika foram registradas. 
Luzia Marcia revela detalhes da ação. 

“Temos bairros onde tem acúmulo grande de material inservível. Neste ano, retiramos mais de 88 mil quilos de materiais que servem como criadouro do mosquito”.

LOC.: Quem foi pega de surpresa pelo mosquito Aedes aegypti foi Gleice Brito, de 32 anos. Nascida em Ribeirão Preto e moradora do Jardim Ângelo Jurca, a assistente administrativa e o marido apresentaram sintomas da dengue durante 5 dias. Apesar do empenho para combater o mosquito diariamente, ela revela que seu bairro registrou vários casos no mesmo período. 

“Senti muita dor no corpo, dor atrás dos olhos, nas costas, diarreia. Foi complicado cuidar de bebê recém-nascido. É importante cuidar dos vasos de plantas, não deixar água parada, olhar as caixas d’água. Todo mundo tem que fazer a sua parte”. 

LOC.: Lembre-se de que você é responsável pela sua casa. Portanto, fiscalize possíveis criadouros, como ralos, pneus, garrafas, vasos de flores e caixas d’água. Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número do disque dengue da vigilância ambiental de Ribeirão Preto: (16) 3628-2015. Repetindo: (16) 3628-2015. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.