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RIO GRANDE DO SUL: Mães gaúchas contam com seis salas de apoio à amamentação

Os nutrientes do leite materno, oferecido pela mãe, são essenciais para a saúde e desenvolvimento das crianças.

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Créditos: Ítalo Novaes

O leite materno tem papel fundamental na vida do bebê. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação reduz em 13% a mortalidade infantil em crianças menores de cinco anos.  Os nutrientes do leite materno, oferecido pela mãe, são essenciais para a saúde e desenvolvimento das crianças. 

Por esse motivo, a Semana Mundial da Amamentação 2019 quer promover a proteção e apoio à amamentação através da informação e sensibilização de famílias e de toda a sociedade, para criarem um ambiente favorável à prática do aleitamento materno. Para que as gestantes, mães e bebês tenham cada vez mais assistência durante a amamentação, o Brasil possui, atualmente, 228 salas de apoio à amamentação e 317 hospitais Amigos da Criança. O Rio Grande do Sul conta com sete salas de suporte.

Cláudia Helena de Abreu Nunes, nutricionista responsável pelo Banco de Leite Humano da Santa Casa de Porto Alegre (RS), explica que a amamentação reduz o risco de problemas de saúde.

“Ele é o alimento ideal para qualquer bebê recém-nascido, tanto para prematuros ou quando nascido a termo, porque a composição do leite, além de todas as necessidades nutricionais, tem fatores de imunização para esse bebê”

Um estudo publicado em 2016 pela revista The Lancet mostrou que 823 mil mortes de crianças e de 20 mil de mães poderiam ter sido evitadas a cada ano em 75 países de baixa e média renda com a ampliação da amamentação. Por isso, é importante que a amamentação seja até os dois anos ou mais, sendo de forma exclusiva até os seis meses de vida da criança. 

Vivian Carvalho é moradora de Porto Alegre (RS) e mãe de Enrico, de 10 meses. A analista de logística conta que, por conta de pega e posição inadequados, os seios ficaram machucados no primeiro mês de vida do bebê, mas que, apesar disso, a vontade de amamentar seguiu firme. Seu filho recebeu o leite materno exclusivamente até os seis meses. Hoje, quando sai para trabalhar, ela retira o leite e deixa tudo pronto para que o marido dê para o Enrico. Vivian conta que o apoio que recebeu do pai de Enrico foi fundamental em todo o processo de amamentação.  

Crédito: Sabrine Cruz

“[Ele] sabe que o mamar tem tudo que o bebê precisa, os anticorpos. Então, ele sempre fez questão que eu desse de mamar e a gente pretende que o Enrico mame até os dois anos” 

A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil. Por isso, incentive todas as mulheres que você conhece a amamentarem os seus filhos.  Amamentação. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br.

Agência do Rádio



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LOC.: O leite materno tem papel fundamental na vida do bebê. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação reduz em 13% a mortalidade infantil em crianças menores de cinco anos.  Os nutrientes do leite materno, oferecido pela mãe, são essenciais para a saúde e desenvolvimento das crianças. 

Por esse motivo, a Semana Mundial da Amamentação 2019 quer promover a proteção e apoio à amamentação através da informação e sensibilização de famílias e de toda a sociedade, para criarem um ambiente favorável à prática do aleitamento materno. Para que as gestantes, mães e bebês tenham cada vez mais assistência durante a amamentação, o Brasil possui, atualmente, 228 salas de apoio à amamentação e 317 hospitais Amigos da Criança. O Rio Grande do Sul conta com sete salas de suporte. 

Cláudia Helena de Abreu Nunes, nutricionista responsável pelo Banco de Leite Humano da Santa Casa de Porto Alegre (RS), explica que a amamentação reduz o risco de problemas de saúde.

“Ele é o alimento ideal para qualquer bebê recém-nascido, tanto para prematuros ou quando nascido a termo, porque a composição do leite, além de todas as necessidades nutricionais, tem fatores de imunização para esse bebê”

LOC.: Um estudo publicado em 2016 pela revista The Lancet mostrou que 823 mil mortes de crianças e de 20 mil de mães poderiam ter sido evitadas a cada ano em 75 países de baixa e média renda com a ampliação da amamentação. Por isso, é importante que a amamentação seja até os dois anos ou mais, sendo de forma exclusiva até os seis meses de vida da criança. 

Vivian Carvalho é moradora de Porto Alegre (RS) e mãe de Enrico, de 10 meses. A analista de logística conta que, por conta de pega e posição inadequados, os seios ficaram machucados no primeiro mês de vida do bebê, mas que, apesar disso, a vontade de amamentar seguiu firme. Seu filho recebeu o leite materno exclusivamente até os seis meses. Hoje, quando sai para trabalhar, ela retira o leite e deixa tudo pronto para que o marido dê para o Enrico. Vivian conta que o apoio que recebeu do pai de Enrico foi fundamental em todo o processo de amamentação.  

“[Ele] sabe que o mamar tem tudo que o bebê precisa, os anticorpos. Então, ele sempre fez questão que eu desse de mamar e a gente pretende que o Enrico mame até os dois anos” 

LOC.: A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil. Por isso, incentive todas as mulheres que você conhece a amamentarem os seus filhos.  Amamentação. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br.