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RORAIMA: Doação de leite materno já beneficiou 900 recém-nascidos em 2019

A meta do governo é aumentar em 15% o volume de leite materno coletado em todo o país

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Arte/ARB Mais

De janeiro a abril deste ano, mais de 900 recém-nascidos prematuros ou com baixo peso – ou seja, com menos de dois quilos e meio – já receberam leite materno doado em Roraima. É o que mostra o levantamento da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz. 

E toda essa ajuda veio de 330 mães cadastradas no Banco de Leite Humano Marilurdes Albuquerque, em Boa Vista. 

Saiba onde doar leite materno em Roraima

E para sensibilizar as gestantes e as mulheres que amamentam a fazerem mais doações durante todo o ano, o Ministério da Saúde, em parceria com a rede BLH, lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno. 

A meta do governo é aumentar em 15% o volume de leite materno coletado em todo o país.

A coordenadora do Banco de Leite Humano Marilurdes Albuquerque, Silvia Furlin, enfatiza: toda mãe que produz leite materno além do que o seu bebê precisa pode ser uma doadora, ajudando na recuperação de um bebê internado em uma UTI neonatal.   

“Ela está ajudando a salvar uma vida. O leite materno é vida. E todas as mães que contribuem com a gente com esse ato lindo que é a doação de leite materno, pode ter certeza que ela tem contribuição também na recuperação de um bebê prematuro que está na UTI neonatal”, disse Silvia Furlin, Coordenadora do Banco de Leite Humano Marilurdes Albuquerque, de Boa Vista.

Em junho de 2018, a cabeleireira Neuraene Pereira de Sá, de 39 anos, além de amamentar a filha Laura Valentina, hoje com 11 meses de idade, começou a doar leite materno. 

Após receber conselhos das enfermeiras do banco de leite humano Marilurdes Albuquerque, Neuraene se sensibilizou em ajudar a alimentar os bebês prematuros e de baixo peso na UTI neonatal.

“Quando as mães forem ter o bebê delas na maternidade, elas podem se informar. Lá sempre vai ter alguém do banco de leite humano que vai orientar como ela deve proceder, onde ela vai deixar [o leite materno], se vão pegar. Mãe, se você tem muito leite materno, doe! Porque tem muita criança na UTI que precisa”, conta Neuraene Pereira de Sá, cabeleireira e doadora de leite. 

Para ser doadora, a mulher precisa ser saudável e apresentar bons resultados nos exames de pré-natal e não estar tomando medicamento incompatível com a amamentação. Se estiver tudo certo, os funcionários de qualquer Banco de Leite Humano fazem o cadastro da mãe e entregam todo o material necessário para a coleta.

Para doar leite materno, procure o Banco de Leite Humano Dra. Marilurdes Albuquerque, que fica na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth, na Rua Presidente Costa e Silva. O número de lá é o (95) 4009-4909. Repetindo: (95) 4009-4909. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse: www.saude.gov.br/doacaodeleite. 

Agência do Rádio



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LOC.: De janeiro a abril deste ano, mais de 900 recém-nascidos prematuros ou com baixo peso – ou seja, com menos de dois quilos e meio – já receberam leite materno doado em Roraima. É o que mostra o levantamento da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz. 

E toda essa ajuda veio de 330 mães cadastradas no Banco de Leite Humano Marilurdes Albuquerque, em Boa Vista. 

E para sensibilizar as gestantes e as mulheres que amamentam a fazerem mais doações durante todo o ano, o Ministério da Saúde, em parceria com a rede BLH, lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno. 

A meta do governo é aumentar em 15% o volume de leite materno coletado em todo o país.

A coordenadora do Banco de Leite Humano Marilurdes Albuquerque, Silvia Furlin, enfatiza: toda mãe que produz leite materno além do que o seu bebê precisa pode ser uma doadora, ajudando na recuperação de um bebê internado em uma UTI neonatal.   

TEC./SONORA: Silvia Furlin, Coordenadora do Banco de Leite Humano Marilurdes Albuquerque, de Boa Vista.

“Ela está ajudando a salvar uma vida. O leite materno é vida. E todas as mães que contribuem com a gente com esse ato lindo que é a doação de leite materno, pode ter certeza que ela tem contribuição também na recuperação de um bebê prematuro que está na UTI neonatal.”

LOC.: Em junho de 2018, a cabeleireira Neuraene Pereira de Sá, de 39 anos, além de amamentar a filha Laura Valentina, hoje com 11 meses de idade, começou a doar leite materno. 

Após receber conselhos das enfermeiras do banco de leite humano Marilurdes Albuquerque, Neuraene se sensibilizou em ajudar a alimentar os bebês prematuros e de baixo peso na UTI neonatal.

TEC/SONORA: Neuraene Pereira de Sá, cabeleireira e doadora de leite. 

“Quando as mães forem ter o bebê delas na maternidade, elas podem se informar. Lá sempre vai ter alguém do banco de leite humano que vai orientar como ela deve proceder, onde ela vai deixar [o leite materno], se vão pegar. Mãe, se você tem muito leite materno, doe! Porque tem muita criança na UTI que precisa.”

LOC.: Para ser doadora, a mulher precisa ser saudável e apresentar bons resultados nos exames de pré-natal e não estar tomando medicamento incompatível com a amamentação. Se estiver tudo certo, os funcionários de qualquer Banco de Leite Humano fazem o cadastro da mãe e entregam todo o material necessário para a coleta.

Para doar leite materno, procure o Banco de Leite Humano Dra. Marilurdes Albuquerque, que fica na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth, na Rua Presidente Costa e Silva. O número de lá é o (95) 4009-4909. Repetindo: (95) 4009-4909. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse: www.saude.gov.br/doacaodeleite.