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SANTA CRUZ (RN): Município registra aumento do número de casos prováveis de dengue

Até a primeira quinzena de setembro, a Secretaria Municipal de Saúde notificou 770 casos prováveis de dengue, 35 de chikungunya e 25 de zika

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Créditos: Ministério da Saúde

O município de Santa Cruz está em risco de surto de dengue, zika e chikungunya. É o que revela o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. Em setembro, o índice estava foi de 8,8% e a situação preocupa as autoridades de saúde locais, uma vez que há alto risco de surto se repetir desde 2013. 

Até a primeira quinzena de setembro, a Secretaria Municipal de Saúde notificou 770 casos prováveis de dengue, 35 de chikungunya e 25 de zika. Em comparação ao ano passado, o número de ocorrência da dengue é maior, quando foram registrados 506 casos prováveis em todo o município. Em 2018, o vírus da chikungunya foi notificado 111 vezes, enquanto a Zika representou 50 casos. 

O armazenamento incorreto e falta de limpeza dos reservatórios de água – lugares ideais para a proliferação do mosquito – são fatores que levaram ao aumento de casos, segundo a Secretária de Saúde, Myllena Sanneza. Por conta desse cenário, a secretária faz um apelo à população Santa-Cruzense.

“Ter cuidado diário com o armazenamento de água. Principalmente na nossa região, onde as pessoas armazenam por necessidade. Recomendo que não armazenem de qualquer forma. Cubram suas caixas d’água, seus baldes, seus lugares de armazenamento. Com relação às cisternas, façam uma telazinha.”

A Secretaria Municipal de Saúde vai manter as ações de combate nos bairros mais críticos, com mutirões de limpeza e novas campanhas educativas em escolas municipais. O objetivo é orientar para reforçar a necessidade de eliminar os focos do Aedes aegypti durante todo o ano. 

Quem já pratica o combate diário ao mosquito é o auxiliar de saneamento da Fundação Nacional de Saúde, Luiz Clemente, de 66 anos. Mesmo fazendo toda a limpeza em casa, no Centro de Santa Cruz, Luiz pegou três vírus diferentes da dengue entre 2014 e 2016. Meses após os casos de dengue, o auxiliar também foi diagnosticado com chikungunya. 

“Estava me curando da dengue e comecei a sentir uma coisa diferente, uma dor nas articulações, um inchaço, dificuldade de locomoção, de manusear as coisas. Tenho sequelas até hoje. A fase mais crítica é quando você acorda e tem aquela sensação que sua mão não vai abrir, você tem que puxar os dedos porque estão travados. Era muita dor!”

Lembre-se de que você é responsável pela sua casa, portanto, fiscalize possíveis criadouros como ralos, pneus, garrafas, vasos de flores e caixas d’água. Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número da vigilância ambiental de Santa Cruz: (83) 3291 4251. Repetindo: (83) 3291 4251. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? Faça a sua parte. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.
 

Agência do Rádio



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LOC.: O município de Santa Cruz está em risco de surto de dengue, zika e chikungunya. É o que revela o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. Em setembro, o índice estava foi de 8,8% e a situação preocupa as autoridades de saúde locais, uma vez que há alto risco de surto se repetir desde 2013. 

Até a primeira quinzena de setembro, a Secretaria Municipal de Saúde notificou 770 casos prováveis de dengue, 35 de chikungunya e 25 de zika. Em comparação ao ano passado, o número de ocorrência da dengue é maior, quando foram registrados 506 casos prováveis em todo o município. Em 2018, o vírus da chikungunya foi notificado 111 vezes, enquanto a Zika representou 50 casos. 

O armazenamento incorreto e falta de limpeza dos reservatórios de água – lugares ideais para a proliferação do mosquito – são fatores que levaram ao aumento de casos, segundo a Secretária de Saúde, Myllena Sanneza. Por conta desse cenário, a secretária faz um apelo à população Santa-Cruzense: 
 

“Ter cuidado diário com o armazenamento de água. Principalmente na nossa região, onde as pessoas armazenam por necessidade. Recomendo que não armazenem de qualquer forma. Cubram suas caixas d’água, seus baldes, seus lugares de armazenamento. Com relação às cisternas, façam uma telazinha.”

LOC.: A Secretaria Municipal de Saúde vai manter as ações de combate nos bairros mais críticos, com mutirões de limpeza e novas campanhas educativas em escolas municipais. O objetivo é orientar para reforçar a necessidade de eliminar os focos do Aedes aegypti durante todo o ano. 

Quem já pratica o combate diário ao mosquito é o auxiliar de saneamento da Fundação Nacional de Saúde, Luiz Clemente, de 66 anos. Mesmo fazendo toda a limpeza em casa, no Centro de Santa Cruz, Luiz pegou três vírus diferentes da dengue entre 2014 e 2016. Meses após os casos de dengue, o auxiliar também foi diagnosticado com chikungunya. 
 

“Estava me curando da dengue e comecei a sentir uma coisa diferente, uma dor nas articulações, um inchaço, dificuldade de locomoção, de manusear as coisas. Tenho sequelas até hoje. A fase mais crítica é quando você acorda e tem aquela sensação que sua mão não vai abrir, você tem que puxar os dedos porque estão travados. Era muita dor!”

LOC.: Lembre-se de que você é responsável pela sua casa, portanto, fiscalize possíveis criadouros como ralos, pneus, garrafas, vasos de flores e caixas d’água. Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número da vigilância ambiental de Santa Cruz: (83) 3291 4251. Repetindo: (83) 3291 4251. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? Faça a sua parte. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.