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SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM): Apesar da redução, município foi o que mais registrou casos de malária em 2019

A doença tem cura, mas se não for diagnosticada e tratada em tempo oportuno, pode evoluir para forma grave e até matar

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São Gabriel da Cachoeira é o município amazonense que mais registrou casos de malária neste ano. Para se ter uma ideia, até o mês de abril foram cerca de duas mil e quinhentas notificações. Pelo fato de estar localizado em área endêmica, a população da cidade deve ficar atenta para a necessidade de se fazer o diagnóstico em tempo oportuno. Se você estiver com a doença, tem que fazer o tratamento até o fim.

De acordo com o chefe de Departamento de Vigilância Ambiental da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Elder Figueira, o município registrou, de janeiro a abril, a redução de 58% nos casos, em comparação com o mesmo período do ano passado.

“De janeiro até abril, ele teve, em 2018, uma notificação de aproximadamente seis mil casos de malária. Este ano, a gente conseguiu com várias estratégias uma redução significativa, na ordem de -58%. Estamos fechando o mês de abril, agora, com 2.500 casos; o que ainda é muita coisa, mas mostra que a intensificação das estratégias e o diagnóstico precoce propiciam uma boa redução de casos em um curto período.”

É importante ressaltar que toda pessoa pode contrair a malária e quem já teve várias vezes a doença pode atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção. 

Então fique atento, se você tiver febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, procure um médico imediatamente. Muitas pessoas, antes de apresentarem estas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

Crédito: Sabrine Cruz

Segundo o coordenador-geral substituto do Programa de Controle da Malária do Ministério da Saúde, Cássio Peterka, a doença tem cura, mas se não for diagnosticada e tratada em tempo oportuno, pode evoluir para forma grave e até matar. Isso porque o indivíduo com a doença é fonte de infecção e o mosquito infectado só existe porque tem alguém com a malária.

“Sentiu qualquer sintoma, buscar o diagnóstico e fazer o exame de Malária; se der positivo, tratar adequadamente. É bom sempre lembrar que a Malária, o único reservatório que a gente tem é o ser humano. Então, se a gente não tiver pessoas infectadas naquela região, naquela localidade, o mosquito não vai ter de onde pegar o agente que casa a Malária. Então, o mais importante para a Malária é a gente tratar as pessoas”.

Lembrando que este tratamento deve ser feito conforme a recomendação, mesmo que os sintomas desapareçam. Afinal, a interrupção do tratamento pode levar o reaparecimento da doença ou o agravamento do quadro. Para saber mais sobre a doença, acesse saúde.gov.br/malaria. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.


 

Agência do Rádio



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São Gabriel da Cachoeira é o município amazonense que mais registrou casos de malária neste ano. Para se ter uma ideia, até o mês de abril foram cerca de duas mil e quinhentas notificações. Pelo fato de estar localizado em área endêmica, a população da cidade deve ficar atenta para a necessidade de se fazer o diagnóstico em tempo oportuno. Se você estiver com a doença, tem que fazer o tratamento até o fim.

De acordo com o chefe de Departamento de Vigilância Ambiental da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Elder Figueira, o município registrou, de janeiro a abril, a redução de 58% nos casos, em comparação com o mesmo período do ano passado.
 

“De janeiro até abril, ele teve, em 2018, uma notificação de aproximadamente seis mil casos de malária. Este ano, a gente conseguiu com várias estratégias uma redução significativa, na ordem de -58%. Estamos fechando o mês de abril, agora, com 2.500 casos; o que ainda é muita coisa, mas mostra que a intensificação das estratégias e o diagnóstico precoce propiciam uma boa redução de casos em um curto período.”

É importante ressaltar que toda pessoa pode contrair a malária e quem já teve várias vezes a doença pode atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção. 

Então fique atento, se você tiver febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, procure um médico imediatamente. Muitas pessoas, antes de apresentarem estas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

Segundo o coordenador-geral substituto do Programa de Controle da Malária do Ministério da Saúde, Cássio Peterka, a doença tem cura, mas se não for diagnosticada e tratada em tempo oportuno, pode evoluir para forma grave e até matar. Isso porque o indivíduo com a doença é fonte de infecção e o mosquito infectado só existe porque tem alguém com a malária.
 

“Sentiu qualquer sintoma, buscar o diagnóstico e fazer o exame de Malária; se der positivo, tratar adequadamente. É bom sempre lembrar que a Malária, o único reservatório que a gente tem é o ser humano. Então, se a gente não tiver pessoas infectadas naquela região, naquela localidade, o mosquito não vai ter de onde pegar o agente que casa a Malária. Então, o mais importante para a Malária é a gente tratar as pessoas”.

Lembrando que este tratamento deve ser feito conforme a recomendação, mesmo que os sintomas desapareçam. Afinal, a interrupção do tratamento pode levar o reaparecimento da doença ou o agravamento do quadro. Para saber mais sobre a doença, acesse saúde.gov.br/malaria. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.