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SÃO JOAQUIM DO MONTE (PE): Aumenta número de notificações de dengue e chikungunya no município

O município de São Joaquim do Monte registrou aumento no número de casos notificados de dengue e chikungunya, em 2019

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Foto: Flickr

 O município de São Joaquim do Monte registrou aumento no número de casos notificados de dengue e chikungunya, em 2019. Segundo o coordenador da Vigilância em Saúde municipal, Adriano Formiga, neste ano, já foram registrados 35 casos prováveis de dengue e 36 de chikungunya. Em 2018, foram oito casos notificados de dengue e três de chikungunya.

De acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo mosquito Aedes aegypti, o LIRAa, São Joaquim do Monte está em situação de risco para surto das três doenças transmitidas pelo vetor desde 2015. Em abril deste ano, o índice registrado foi de 6,90%. Conforme recomendação do Ministério da Saúde, para ser considerado em situação satisfatória, o município deve apresentar índice abaixo de 1%. 

Para o coordenador, ações “simples”, como remover galhos e folhas das calhas, tampar os ralos, virar as garrafas de vidro e latinhas para baixo e manter caixas d’água bem fechadas são “essenciais” para evitar a proliferação do mosquito e reverter esse quadro.

“A prevenção é o melhor remédio para combater e evitar dengue, zika e chikungunya, haja vista que 90% dos focos do mosquitos estão dentro dos domicílios. Assim, as ações preventivas envolvem nosso domicílio e do vizinho. Qualquer tipo de objeto, de recipiente que possa acumular água e servir de criadouro para o mosquito, a população tem que evitar.”

Formiga ressalta que a conscientização e mobilização da população são “fundamentais” para que histórias como a do funcionário da prefeitura municipal, Francisco Santos, não se repitam. Casado e pai de três filhos, Francisco e toda a sua família foram acometidos pela febre chikungunya. 

“É uma doença muito chata – a realidade é essa. Tornozelos, punhos e todo corpo ficam inchados e doloridos. Mesmo quando você passa um certo tempo, ainda fica dolorido. Eu tive a doença há praticamente seis meses, e ainda não me recuperei.”

Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o número de casos notificados das arboviroses transmitidas pelo mosquito em Pernambuco aumentou em 2019. Até 14 de setembro, o estado registrou um crescimento de 160% nos casos notificados de dengue, 175,8% nos de zika e 134% nos de chikungunya, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Para impedir novos casos das doenças transmitidas pelo mosquito, o coordenador Adriano Formiga faz um apelo. 

“O estado de Pernambuco registra inúmeros casos de crianças com a síndrome congênita do zika vírus, que nós, popularmente, chamamos de microcefalia. A chikungunya é uma doença crônica que pode trazer problemas de saúde nas articulações por um ou dois anos. Então seria muito importante nós termos essa percepção de combater de forma eficaz todos os locais que tenham foco do mosquito. Não só na nossa casa, mas nos terrenos baldios, nos comércios, nas escolas. Esse é o apelo que eu faço."

Fique atento e fiscalize todos os locais que podem acumular água parada. Os ovos do mosquito são resistentes e podem sobreviver no meio ambiente por mais de um ano, bastando pouca quantidade de água para que haja a eclosão das larvas. Lembre-se que o combate começa por você. 

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.
 

Agência do Rádio



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LOC.: O município de São Joaquim do Monte registrou aumento no número de casos notificados de dengue e chikungunya, em 2019. Segundo o coordenador da Vigilância em Saúde municipal, Adriano Formiga, neste ano, já foram registrados 35 casos prováveis de dengue e 36 de chikungunya. Em 2018, foram oito casos notificados de dengue e três de chikungunya.

De acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo mosquito Aedes aegypti, o LIRAa, São Joaquim do Monte está em situação de risco para surto das três doenças transmitidas pelo vetor desde 2015. Em abril deste ano, o índice registrado foi de 6,90%. Conforme recomendação do Ministério da Saúde, para ser considerado em situação satisfatória, o município deve apresentar índice abaixo de 1%. 

Para o coordenador, ações “simples”, como remover galhos e folhas das calhas, tampar os ralos, virar as garrafas de vidro e latinhas para baixo e manter caixas d’água bem fechadas são “essenciais” para evitar a proliferação do mosquito e reverter esse quadro.
 

TEC./SONORA: Adriano Formiga, coordenador da vigilância em saúde 

“A prevenção é o melhor remédio para combater e evitar dengue, zika e chikungunya, haja vista que 90% dos focos do mosquitos estão dentro dos domicílios. Assim, as ações preventivas envolvem nosso domicílio e do vizinho. Qualquer tipo de objeto, de recipiente que possa acumular água e servir de criadouro para o mosquito, a população tem que evitar.”
 

LOC.: Formiga ressalta que a conscientização e mobilização da população são “fundamentais” para que histórias como a do funcionário da prefeitura municipal, Francisco Santos, não se repitam. Casado e pai de três filhos, Francisco e toda a sua família foram acometidos pela febre chikungunya. 

TEC./SONORA: Francisco Santos, funcionário da prefeitura

“É uma doença muito chata – a realidade é essa. Tornozelos, punhos e todo corpo ficam inchados e doloridos. Mesmo quando você passa um certo tempo, ainda fica dolorido. Eu tive a doença há praticamente seis meses, e ainda não me recuperei.”
 

LOC.: Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o número de casos notificados das arboviroses transmitidas pelo mosquito em Pernambuco aumentou em 2019. Até 14 de setembro, o estado registrou um crescimento de 160% nos casos notificados de dengue, 175,8% nos de zika e 134% nos de chikungunya, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Para impedir novos casos das doenças transmitidas pelo mosquito, o coordenador Adriano Formiga faz um apelo. 
 

TEC./SONORA: Adriano Formiga, coordenador da vigilância em saúde

“O estado de Pernambuco registra inúmeros casos de crianças com a síndrome congênita do zika vírus, que nós, popularmente, chamamos de microcefalia. A chikungunya é uma doença crônica que pode trazer problemas de saúde nas articulações por um ou dois anos. Então seria muito importante nós termos essa percepção de combater de forma eficaz todos os locais que tenham foco do mosquito. Não só na nossa casa, mas nos terrenos baldios, nos comércios, nas escolas. Esse é o apelo que eu faço."
 

LOC.: Fique atento e fiscalize todos os locais que podem acumular água parada. Os ovos do mosquito são resistentes e podem sobreviver no meio ambiente por mais de um ano, bastando pouca quantidade de água para que haja a eclosão das larvas. Lembre-se que o combate começa por você. 

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.