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Semana começa com forte queda nos preços do petróleo

O barril de Brent, por exemplo, atingindo a menor cotação desde 2002, após queda de 8,18%

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Foto: Divulgação/Petrobras

A semana começou com forte queda nos preços do petróleo, com o barril de Brent, por exemplo, atingindo a menor cotação desde 2002. No início da manhã, o barril para ser entregue em maio custava US$ 22,89 em Londres. O valor é 8,18% mais baixo quando comparado com o fechamento da última sexta-feira, pouco antes de uma queda a US$ 22,58. 

Já em Nova York, o barril de WTI para maio apresentava redução de 4,88% no valor, negociado a US$ 20,46, depois de ser vendido abaixo da barreira dos US$ 20.

Os analistas do setor associam a queda ao impacto causado pela pandemia do novo coronavírus. Para o grupo, crise de saúde que envolve essa questão, em que medidas de isolamento social são tomadas, há uma limitação no deslocamento de pessoas e mercadorias, o que afeta a demanda por combustível.

Além disso, Arábia Saudita e Rússia, dois dos três principais produtores mundiais, travaram uma guerra de preços desde o fiasco das negociações para um acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e 10 nações aliadas.

 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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LOC.: A semana começou com forte queda nos preços do petróleo, com o barril de Brent, por exemplo, atingindo a menor cotação desde 2002. No início da manhã, o barril para ser entregue em maio custava US$ 22,89 em Londres. O valor é 8,18% mais baixo quando comparado com o fechamento da última sexta-feira, pouco antes de uma queda a US$ 22,58. 

Já em Nova York, o barril de WTI para maio apresentava redução de 4,88% no valor, negociado a US$ 20,46, depois de ser vendido abaixo da barreira dos US$ 20.

Os analistas do setor associam a queda ao impacto causado pela pandemia do novo coronavírus. Para o grupo, crise de saúde que envolve essa questão, em que medidas de isolamento social são tomadas, há uma limitação no deslocamento de pessoas e mercadorias, o que afeta a demanda por combustível.

Além disso, Arábia Saudita e Rússia, dois dos três principais produtores mundiais, travaram uma guerra de preços desde o fiasco das negociações para um acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e 10 nações aliadas.

Reportagem, Marquezan Araújo