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Senado fecha acordo sobre Comissões; MDB ficará à frente da CCJ

Acordo fechado entre líderes assegura que 11 siglas diferentes terão direito a liderar um colegiado

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Por João Paulo Machado

Quase todos os partidos terão direito a cargos nas Comissões Permanentes do Senado. A informação foi confirmada pelo presidente da casa, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que esteve reunido com lideranças de todas as siglas na tarde desta terça-feira (12).

De acordo com Alcolumbre, houve consenso para a divisão das 13 Comissões do Senado. Pelo acordo fechado entre os líderes, 11 legendas diferentes terão direito a presidir um colegiado.

Após o encontro com os líderes, Davi Alcolumbre falou sobre a expectativa para a agenda do Senado nos próximos dias. Sobre as comissões, ele disse que, a partir de agora, cada líder irá reunir suas bancadas para definir o nome de cada presidente.

“Nossa prioridade é votar o desarquivamento de alguns projetos que estavam tramitando e que se encerraram por conta do fim da legislatura. Votar os acordos internacionais que tem a votação já na Câmara e na Comissão de Relações Exteriores aguardando o Plenário, de desarquivamento. E a prioridade máxima é eleger os presidentes e vice-presidentes de todas as Comissões.”

Mesmo que a escolha dos nomes esteja marcada para esta quarta-feira (13), algumas presidências já são públicas, como, por exemplo, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que comandará a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o mais importante dos colegiados, uma vez que decide sobre a constitucionalidade das matérias.

Além da CCJ, o MDB, maior partido do Senado, com 13 integrantes, ainda comandará a Comissão de Educação e a Comissão Mista de Orçamento.
PSD e PSDB ficaram com duas Comissões. O colegiado de Assuntos Econômicos (CAE) e de Relações Exteriores (CRE) estará nas mãos do PSD. Os tucanos vão comandar as Comissões de Desenvolvimento Regional (CDR) e de Fiscalização e Controle (CFC).

Por fim, a divisão ficou da seguinte forma: PT, com a Comissão de Direitos Humanos; Rede, com a Comissão de Meio Ambiente; PSL, com a Agricultura; DEM, com o colegiado de Infraestrutura; Podemos, com a Comissão de Assuntos Sociais; PP, com Ciência e Tecnologia; e PRB e PSC: vão se revezar na Comissão Senado do Futuro.

João Paulo Machado

João Paulo é graduado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e iniciou sua carreira estagiando na área de reportagem da Rádio Nacional (EBC). Na Agência do Rádio atuou na cobertura de eventos importantes como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No mesmo período, desenvolveu trabalho em parceria com o Ministério do Esporte redigindo reportagens para o portal Brasil2016.gov.br, além de colaborações para redes sociais.Atualmente, cobre os acontecimentos da Praça dos Três Poderes para a Agência do Rádio.


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Quase todos os partidos terão direito a cargos nas Comissões Permanentes do Senado. A informação foi confirmada pelo presidente da casa, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que esteve reunido com lideranças de todas as siglas na tarde desta terça-feira (12).

De acordo com Alcolumbre, houve consenso para a divisão das 13 Comissões do Senado. Pelo acordo fechado entre os líderes, 11 legendas diferentes terão direito a presidir um colegiado.

Após o encontro com os líderes, Davi Alcolumbre falou sobre a expectativa para a agenda do Senado nos próximos dias. Sobre as comissões, ele disse que, a partir de agora, cada líder irá reunir suas bancadas para definir o nome de cada presidente.
 

“Nossa prioridade é votar o desarquivamento de alguns projetos que estavam tramitando e que se encerraram por conta do fim da legislatura. Votar os acordos internacionais que tem a votação já na Câmara e na Comissão de Relações Exteriores aguardando o Plenário, de desarquivamento. E a prioridade máxima é eleger os presidentes e vice-presidentes de todas as Comissões.”

Mesmo que a escolha dos nomes esteja marcada para esta quarta-feira (13), algumas presidências já são públicas, como, por exemplo, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que comandará a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o mais importante dos colegiados, uma vez que decide sobre a constitucionalidade das matérias.

Além da CCJ, o MDB, maior partido do Senado, com 13 integrantes, ainda comandará a Comissão de Educação e a Comissão Mista de Orçamento. PSD e PSDB ficaram com duas Comissões. O colegiado de Assuntos Econômicos (CAE) e de Relações Exteriores (CRE) estará nas mãos do PSD. Os tucanos vão comandar as Comissões de Desenvolvimento Regional (CDR) e de Fiscalização e Controle (CFC).

Por fim, a divisão ficou da seguinte forma: PT, com a Comissão de Direitos Humanos; Rede, com a Comissão de Meio Ambiente; PSL, com a Agricultura; DEM, com o colegiado de Infraestrutura; Podemos, com a Comissão de Assuntos Sociais; PP, com Ciência e Tecnologia; e PRB e PSC: vão se revezar na Comissão Senado do Futuro.

Reportagem, João Paulo Machado