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STF começa julgar liberação de bebidas alcoólicas em estádios, nesta sexta (28)

Ministros da Corte vão analisar processo sobre liberação de bebidas alcoólicas nas arenas do Mato Grosso, Espírito Santo e do Paraná

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Câmara Municipal de Curitiba

Começa hoje, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento do processo que pode liberar a venda e consumo de bebidas alcoólicas nas arenas esportivas do Mato Grosso, Espírito Santo e Paraná.  

Os estados não têm leis que impeçam a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios, no entanto, o Estatuto do Torcedor, (LEI 10.671/2003) proíbe a prática nas arenas esportivas e, desta forma, surgiu embate jurídico que o STF deve pacificar.  

A Procuradoria Geral da República (PGR) defende as normas previstas no Estatuto do Torcedor porque acredita no princípio do "poder" das leis federais sobre as estaduais. Além disso, a PGR ressalta, no processo, que as bebidas alcoólicas são potencializador de “surtos de violência” nos estádios. 

Os estados defendem a venda dos produtos nos estádios porque entendem que o Estatuto do Torcedor não restringe o uso de bebidas alcoólicas, de maneira expressa, e argumentam que, durante a Copa do Mundo de Futebol, realizada  no país em 2014, o comércio e consumo de cervejas, por exemplo, foram liberados, mesmo com o Estatuto do Torcedor em vigor. 

Os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia, são os relatores da ação, que vai ser analisada pela corte em plenário virtual.  

Agência do Rádio



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Começa hoje, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento do processo que pode liberar a venda e consumo de bebidas alcoólicas nas arenas esportivas do Mato Grosso, Espírito Santo e Paraná.  

Os estados não têm leis que impeçam a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios, no entanto, o Estatuto do Torcedor, (LEI 10.671/2003) proíbe a prática nas arenas esportivas e, desta forma, surgiu embate jurídico que o STF deve pacificar.  

A Procuradoria Geral da República (PGR) defende as normas previstas no Estatuto do Torcedor porque acredita no princípio do "poder" das leis federais sobre as estaduais. Além disso, a PGR ressalta, no processo, que as bebidas alcoólicas são potencializador de “surtos de violência” nos estádios.

Os estados defendem a venda dos produtos nos estádios porque entendem que o Estatuto do Torcedor não restringe o uso de bebidas alcoólicas, de maneira expressa, e argumentam que, durante a Copa do Mundo de Futebol, realizada no país em 2014, o comércio e consumo de cervejas, por exemplo, foram liberados, mesmo com o Estatuto do Torcedor em vigor.

Os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia, são os relatores da ação, que vai ser analisada pela corte em plenário virtual.