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STF inicia julgamento, mas adia decisão sobre possibilidade de Justiça Eleitoral julgar crimes da Lava Jato

Três ministros já proferiram seus votos; outros oito ministros ainda precisam se manifestar para que haja uma decisão da Corte sobre o tema

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Foto: Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou, para esta quinta-feira (14), o julgamento sobre a Justiça Eleitoral conduzir inquéritos de políticos investigados na Operação Lava Jato.

A Corte começou a julgar o caso nesta quarta (13), e, por enquanto, o placar tem dois votos favoráveis e 1 contrário ao envio das acusações para a Justiça Eleitoral que envolverem simultaneamente caixa 2 de campanha e outros crimes comuns, como corrupção e lavagem de dinheiro.

O relator do caso, ministro Marco Aurélio, e o ministro Alexandre de Moraes votaram a favor do envio de todas as acusações para a Justiça Eleitoral. Já o ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no STF, votou a favor do fatiamento das investigações. Para ele, a Justiça Eleitoral deve julgar somente casos envolvendo crime de caixa 2 de campanhas eleitorais. Outros oito ministros ainda precisam se manifestar para que haja uma decisão da Corte sobre o tema.
 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou, para esta quinta-feira (14), o julgamento sobre a Justiça Eleitoral conduzir inquéritos de políticos investigados na Operação Lava Jato.

A Corte começou a julgar o caso nesta quarta (13), e, por enquanto, o placar tem dois votos favoráveis e 1 contrário ao envio das acusações para a Justiça Eleitoral que envolverem simultaneamente caixa 2 de campanha e outros crimes comuns, como corrupção e lavagem de dinheiro.

O relator do caso, ministro Marco Aurélio, e o ministro Alexandre de Moraes votaram a favor do envio de todas as acusações para a Justiça Eleitoral. Já o ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no STF, votou a favor do fatiamento das investigações. Para ele, a Justiça Eleitoral deve julgar somente casos envolvendo crime de caixa 2 de campanhas eleitorais. Outros oito ministros ainda precisam se manifestar para que haja uma decisão da Corte sobre o tema.

Reportagem, Cintia Moreira