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SUL: Empresários consideram SESI e SENAI como as instituições que mais contribuem para a qualificação profissional

Estudo do Instituto FSB Pesquisa mostra que nove em cada dez entrevistados (91,2%) têm imagem positiva ou muito positiva do SENAI. Já sobre o SESI, esse percentual chegou próximo de 80%

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Foto: Divulgação FIESC

Levantamento do Instituto FSB Pesquisa mostra que o SESI e o SENAI foram as instituições melhor avaliadas pela iniciativa privada por conta da qualificação profissional ofertada no país. Nove em cada dez empresários (91,2%) disseram ter imagem positiva ou muito positiva do SENAI. Já sobre o SESI, esse percentual foi de 79,4%.

O sentimento é comum na região Sul. O empresário Cesar Augusto Olsen é proprietário de uma empresa que produz equipamentos médicos em Palhoça, Santa Catarina. Criada em 1978, a Olsen S.A. possui seis filiais no país e uma nos Estados Unidos. O representante do setor privado elogia a qualificação oferecida pelo SENAI e afirma que preza por cursos técnicos no currículo de seus funcionários.

“O SENAI fez toda a diferença na minha vida. Hoje, a grande maioria do meu pessoal aqui da fábrica tem cursos do SENAI e eu acredito muito no tecnólogo, nas pessoas que fazem o curso técnico. As pessoas com o curso técnico se adequam melhor à minha linha de produção, aos processos que foram implantados. Os trabalhadores vêm com um conhecimento de máquina, com conhecimentos mais práticos. Isso, para mim, é muito importante”, ressalta.

A pesquisa realizada com quatro mil empresários revela ainda que, em uma escala de zero a dez, SESI e SENAI receberam nota 7,0 por sua contribuição profissional, com avaliação superior à instituições das redes pública e privada. De acordo com a pesquisa, 85,2% dos empresários avaliaram o trabalho das entidades administradas pela indústria como bom ou ótimo.

O diretor industrial Celso Heck, de 44 anos, entrou na Oslen como estagiário enquanto fazia um curso técnico do SENAI. Ele considera que os aprendizados foram fundamentais para a seu crescimento profissional.

“Comecei a capacitação de curso técnico e entrei na empresa por meio do SENAI, como estagiário. Então, eu fiz um curso no SENAI de agitador mecânico e vim para a empresa como estagiário, na Olsen. Depois eu fiz outros cursos no SENAI. Fiz curso de tecnólogo, eletromecânica, fiz curso de soldador, de torneiro, gestão de pessoas, todos oferecidos pela Olsen”, conta Heck.

A deputada federal Carmem Zanotto (Cidadania-SC) já foi professora dos cursos de auxiliar e técnico de enfermagem no Senac e ressalta a relevância da capacitação oferecida pelas entidades do Sistema S.

“A educação profissional que é fornecida pelo Sistema S qualifica. A geração de emprego e renda é muito importante. Quanto mais habilitados os nossos profissionais estiverem, melhores e mais espaços no mercado de trabalho eles terão. É fundamental sem dúvida nenhuma”, defende a parlamentar.

Serviços

A região Sul tem 172 unidades fixas e 65 unidades móveis do SENAI. No Brasil, em 2018, foram feitas 2,3 milhões de matrículas em educação profissional. Já o SESI efetuou 1,1 milhão de matrículas em educação básica, continuada e ações educativas e, no mesmo período, beneficiou mais de 3,5 milhões de pessoas com serviços de saúde e segurança, além de aplicar mais de 989 mil vacinas.
 

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.


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Levantamento do Instituto FSB Pesquisa mostra que o SESI e o SENAI foram as instituições melhor avaliadas pela iniciativa privada por conta da qualificação profissional ofertada no país. Nove em cada dez empresários (91,2%) disseram ter imagem positiva ou muito positiva do SENAI. Já sobre o SESI, esse percentual foi de 79,4%.

O sentimento é comum na região Sul. O empresário Cesar Augusto Olsen é proprietário de uma empresa que produz equipamentos médicos em Palhoça, Santa Catarina. Criada em 1978, a Olsen S.A. possui seis filiais no país e uma nos Estados Unidos. O representante do setor privado elogia a qualificação oferecida pelo SENAI e afirma que preza por cursos técnicos no currículo de seus funcionários.
 

“O SENAI fez toda a diferença na minha vida. Hoje, a grande maioria do meu pessoal aqui da fábrica tem cursos do SENAI e eu acredito muito no tecnólogo, nas pessoas que fazem o curso técnico. As pessoas com o curso técnico se adequam melhor à minha linha de produção, aos processos que foram implantados. Os trabalhadores vêm com um conhecimento de máquina, com conhecimentos mais práticos. Isso, para mim, é muito importante.”

A pesquisa realizada com quatro mil empresários revela ainda que, em uma escala de zero a dez, SESI e SENAI receberam nota 7,0 por sua contribuição profissional, com avaliação superior à instituições das redes pública e privada. De acordo com a pesquisa, 85,2% dos empresários avaliaram o trabalho das entidades administradas pela indústria como bom ou ótimo.

O diretor industrial Celso Heck, de 44 anos, entrou na Oslen como estagiário enquanto fazia um curso técnico do SENAI. Ele considera que os aprendizados foram fundamentais para a seu crescimento profissional.
 

“Comecei a capacitação de curso técnico e entrei na empresa por meio do SENAI, como estagiário. Então, eu fiz um curso no SENAI de agitador mecânico e vim para a empresa como estagiário, na Olsen. Depois eu fiz outros cursos no SENAI. Fiz curso de tecnólogo, eletromecânica, fiz curso de soldador, de torneiro, gestão de pessoas, todos oferecidos pela Olsen”.

A deputada federal Carmem Zanotto (Cidadania-SC) já foi professora dos cursos de auxiliar e técnico de enfermagem no Senac e defende a relevância da capacitação oferecida pelas entidades do Sistema S.

“A educação profissional que é fornecida pelo Sistema S qualifica. A geração de emprego e renda é muito importante. Quanto mais habilitados os nossos profissionais estiverem, melhores e mais espaços no mercado de trabalho eles terão. É fundamental sem dúvida nenhuma”.

A região Sul tem 172 unidades fixas e 65 unidades móveis do SENAI. No Brasil, em 2018, foram feitas 2,3 milhões de matrículas em educação profissional. Já o SESI efetuou 1,1 milhão de matrículas em educação básica, continuada e ações educativas e, no mesmo período, beneficiou mais de 3,5 milhões de pessoas com serviços de saúde e segurança, além de aplicar mais de 989 mil vacinas.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes