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TOCANTINS: Estado teve mais de 14 mil casos de dengue e período chuvoso pode agravar infestação do mosquito transmissor

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LOC.: O Tocantins entra 2020 em risco para as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti. No ano passado, o estado registrou 14.372 suspeitas de casos de dengue, 322 de chikungunya e 396 de zika. 

Com a chegada do verão e do período chuvoso, os riscos de infestação das doenças transmitidas pelo mosquito aumentam. 

A moradora de Formoso do Araguaia, Geronça Duarte, de 32 anos, teve dengue e zika. Ela conta que o período mais agressivo das doenças é marcado por dores e febres intensas. 

“Os sintomas foram corpo empolado, febre, dor nas juntas. Na segunda vez, tive dor de cabeça, vômito, diarreia, dor atrás dos olhos, moleza, desânimo, não tinha apetite, não sentia o gosto da comida. Passei 12 dias ruins”.

Em 2019 foram confirmados oito óbitos por dengue, em sete municípios tocantinenses. Os municípios de Aragominas, Lajeado, Paraíso, Miracema, Lizarda e Palmas, tiveram maior concentração de casos prováveis da doença. 

O médico sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz, Cláudio Maierovitch, alerta que entre os fatores que contribuem para a proliferação do mosquito transmissor estão as mudanças climáticas, falta de saneamento básico, acúmulo de lixo, e principalmente, a falta de cuidados da população na limpeza dos lugares propícios para a formação de criadouros.  

"O grande fator que favorece a proliferação do mosquito é a disponibilidade de recipientes com água, principalmente limpa. Mas pode ser uma caixa de água, piscina abandonada, garrafas que estão expostas, pneus velhos – que é uma das coisas mais comuns quando se fala na proliferação do Aedes aegypti, muitas vezes esses pratinhos que se coloca embaixo dos vasos de plantas para que não pingue água no chão”.

A principal forma de prevenir a proliferação do mosquito transmissor é eliminar do quintal, das ruas e das casas, objetos que podem acumular água. 

É importante verificar, pelo menos uma vez por semana, os reservatórios, eliminar os vasos de planta, descartar corretamente embalagens e utensílios, além de manter calhas limpas. Uma pequena tampa de garrafa, por exemplo, pode se transformar em criadouro para o mosquito.  

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: O Tocantins entra 2020 em risco para as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti. No ano passado, o estado registrou 14.372 suspeitas de casos de dengue, 322 de chikungunya e 396 de zika. 

Com a chegada do verão e do período chuvoso, os riscos de infestação das doenças transmitidas pelo mosquito aumentam. 

A moradora de Formoso do Araguaia, Geronça Duarte, de 32 anos, teve dengue e zika. Ela conta que o período mais agressivo das doenças é marcado por dores e febres intensas. 
 

TEC./SONORA – Geronça Duarte 

“Os sintomas foram corpo empolado, febre, dor nas juntas. Na segunda vez, tive dor de cabeça, vômito, diarreia, dor atrás dos olhos, moleza, desânimo, não tinha apetite, não sentia o gosto da comida. Passei 12 dias ruins”.

LOC.: Em 2019 foram confirmados oito óbitos por dengue, em sete municípios tocantinenses. Os municípios de Aragominas, Lajeado, Paraíso, Miracema, Lizarda e Palmas, tiveram maior concentração de casos prováveis da doença. 

O médico sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz, Cláudio Maierovitch, alerta que entre os fatores que contribuem para a proliferação do mosquito transmissor estão as mudanças climáticas, falta de saneamento básico, acúmulo de lixo, e principalmente, a falta de cuidados da população na limpeza dos lugares propícios para a formação de criadouros.  
 

TEC./SONORA – Cláudio Maierovitch, médico sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz.

"O grande fator que favorece a proliferação do mosquito é a disponibilidade de recipientes com água, principalmente limpa. Mas pode ser uma caixa de água, piscina abandonada, garrafas que estão expostas, pneus velhos – que é uma das coisas mais comuns quando se fala na proliferação do Aedes aegypti, muitas vezes esses pratinhos que se coloca embaixo dos vasos de plantas para que não pingue água no chão”.
 

LOC.: A principal forma de prevenir a proliferação do mosquito transmissor é eliminar do quintal, das ruas e das casas, objetos que podem acumular água. 

É importante verificar, pelo menos uma vez por semana, os reservatórios, eliminar os vasos de planta, descartar corretamente embalagens e utensílios, além de manter calhas limpas. Uma pequena tampa de garrafa, por exemplo, pode se transformar em criadouro para o mosquito.  

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.