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Trio americano ganha Nobel de Economia por pesquisa que ajuda no combate à pobreza

Pesquisadores da Universidade de Havard (EUA) desenvolveram métodos que auxiliam na saúde e educação de crianças e diminuem índice da pobreza e mortes precoces

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Foto: Divulgação/The Nobel Prize

Três pesquisadores da Universidade de Havard, nos Estados Unidos, foram os ganhadores do Prêmio Nobel de Economia deste ano. O trio desenvolveu métodos que ajudam no combate à pobreza, com ações mais eficazes para melhorar a saúde e o desempenho escolar de crianças.

O americano Abhijit Banerjee, nascido na Índia, a franco-americana Esther Duflo, a mulher mais jovem a ganhar um Nobel de Economia, aos 47 anos, e Michael Kremer, também dos Estados Unidos, receberam os prêmios nesta segunda-feira (14).

Para o júri, os estudos desenvolvidos pelos pesquisadores permitiram ações mais dinâmicas na área da saúde e educação das crianças, como reformas educacionais que adaptam o ensino às necessidades dos alunos. Como resultado direto, mais de cinco milhões de crianças indianas foram beneficiadas com a metodologia dos ganhadores do Nobel.

A pesquisa mostrou também que as pessoas mais pobres são mais sensíveis à elevação de preço nos gastos com cuidados preventivos com a saúde. Em outra parte do estudo, as taxas de vacinas triplicaram depois que algumas aldeias foram selecionadas aleatoriamente para ter acesso a clínicas móveis.

Hoje, segundo o comitê do Nobel, mais de 700 milhões de pessoas em todo o mundo ainda vivem com rendimentos extremamente baixos e mais de cinco milhões de crianças morrem todos os anos por doenças que poderiam ser evitadas com tratamento barato. Além disso, cerca de metade das crianças do planeta ainda saem da escola sem habilidades básicas de alfabetização e aritmética.

Jalila Arabi



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Três pesquisadores da Universidade de Havard, nos Estados Unidos, foram os ganhadores do Prêmio Nobel de Economia deste ano. O trio desenvolveu métodos que ajudam no combate à pobreza, com ações mais eficazes para melhorar a saúde e o desempenho escolar de crianças.

O americano Abhijit Banerjee, nascido na Índia, a franco-americana Esther Duflo, a mulher mais jovem a ganhar um Nobel de Economia, aos 47 anos, e Michael Kremer, também dos Estados Unidos, receberam os prêmios nesta segunda-feira (14).

Para o júri, os estudos desenvolvidos pelos pesquisadores permitiram ações mais dinâmicas na área da saúde e educação das crianças, como reformas educacionais que adaptam o ensino às necessidades dos alunos. Como resultado direto, mais de cinco milhões de crianças indianas foram beneficiadas com a metodologia dos ganhadores do Nobel.

A pesquisa mostrou também que as pessoas mais pobres são mais sensíveis à elevação de preço nos gastos com cuidados preventivos com a saúde. Em outra parte do estudo, as taxas de vacinas triplicaram depois que algumas aldeias foram selecionadas aleatoriamente para ter acesso a clínicas móveis.

Hoje, segundo o comitê do Nobel, mais de 700 milhões de pessoas em todo o mundo ainda vivem com rendimentos extremamente baixos e mais de cinco milhões de crianças morrem todos os anos por doenças que poderiam ser evitadas com tratamento barato. Além disso, cerca de metade das crianças do planeta ainda saem da escola sem habilidades básicas de alfabetização e aritmética.

Reportagem, Jalila Arabi.