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Trump não descarta planos para acabar com crise na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos falou sobre a possibilidade de enviar 5 mil militares para o país sul-americano

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Foto: EFE/ Michael Reynolds

Mais uma vez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto o quão longe os Estados Unidos pretendem chegar, caso Nicolás Maduro não deixe o poder de forma espontânea.

O aceno do republicano vem diante de uma progressiva pressão popular, por meio de manifestações, e da movimentação internacional contra o governo do chavista.  

Durante encontro nesta quarta-feira (13) com o presidente da Colômbia, Iván Duque, na Casa Branca, Trump voltou a dizer que “todas as opções estão sobre a mesa” quando o assunto é a crise na Venezuela.

Trump foi questionado por jornalistas se pretendia enviar cinco mil soldados à Colômbia. A possibilidade não foi descartada pelo presidente.

O número específico de 5 mil soldados foi levantado na pergunta porque foi visto no caderno de anotações do assessor para Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, durante pronunciamento à imprensa no início do ano.

O presidente americano também revelou que sempre há mais de um plano para ser executado, caso Maduro não deixe o poder.

Na reunião com Trump, o líder do Executivo colombiano tem descartado a possibilidade de uma ação militar.  Duque chegou a destacar o papel do “cerco diplomático cada vez mais efetivo”.

Importante aliado de Nicolás Maduro, o governo de Cuba afirmou que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma "agressão" e "aventura militar" disfarçada de "intervenção humanitária" contra a Venezuela.

O ministério das Relações Exteriores cubano disse que há movimentações de forças especiais americanas em direção a aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e de outros pontos da região, sem o conhecimento dos governos locais.

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.


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O aceno do republicano vem diante de uma progressiva pressão popular, por meio de manifestações, e da movimentação internacional contra o governo do chavista.  

Durante encontro nesta quarta-feira (13) com o presidente da Colômbia, Iván Duque, na Casa Branca, Trump voltou a dizer que “todas as opções estão sobre a mesa” quando o assunto é a crise na Venezuela.

Trump foi questionado por jornalistas se pretendia enviar cinco mil soldados à Colômbia, e a possibilidade não foi descartada pelo presidente.

O número específico de 5 mil soldados foi levantado na pergunta porque foi visto no caderno de anotações do assessor para Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, durante pronunciamento à imprensa no início do ano.

O presidente americano também revelou que sempre há mais de um plano para ser executado, caso Maduro não deixar o poder.

Na reunião com Trump, o líder do Executivo colombiano tem descartado a possibilidade de uma ação militar. Duque chegou a destacar o papel do “cerco diplomático cada vez mais efetivo”.

Importante aliado de Nicolás Maduro, o governo de Cuba afirmou que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma "agressão" e "aventura militar" disfarçada de "intervenção humanitária" contra a Venezuela.

O ministério das Relações Exteriores cubano disse que há movimentações de forças especiais americanas em direção a aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e de outros pontos da região, sem o conhecimento dos governos desses locais.

Reportagem, Juliana Gonçalves