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Vem, hexa! Sob a batuta de Neymar, Brasil chega à Rússia como favorito ao título

"Merecimento" é o principal critério de avaliação de Tite, que possui apenas uma derrota no comando da seleção brasileira em dois anos

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O Brasil chega à Copa da Rússia como um dos favoritos ao título. Mas na caminhada até o Mundial não foi sempre assim, já que a participação brasileira chegou a estar ameaçada. Tudo mudou após a chegada do homem que era praticamente unanimidade para comandar o Brasil. Adenor Leonardo Bachi, o Tite, que assumiu o comando da seleção brasileira em junho de 2016. A situação era delicada, o Brasil estava apenas em sexto lugar nas Eliminatórias, colocação que deixaria o país fora de uma Copa pela primeira vez na história.

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Com Dunga, o Brasil disputou seis partidas nas Eliminatórias. Foram duas vitórias, três empates e uma derrota. Com Tite no comando, tudo mudou. Em 11 jogos, nove vitórias e dois empates, primeira seleção a se classificar para a Copa via Eliminatórias. A seleção brasileira garantiu a vaga na 14ª rodada, recorde canarinho desde a mudança no formato das eliminatórias para pontos corridos.Seleção brasileira chega à Rússia pensando no HexaO desempenho foi tão bom que se excluíssemos os jogos disputados com Dunga no comando, ainda assim, o Brasil, apenas nos jogos sob o comando de Tite, terminaria as Eliminatórias na primeira colocação. A seleção terminou a competição com o números de encher os olhos do torcedor: foram doze vitórias em 18 jogos, apenas uma derrota. O Brasil foi a equipe que mais marcou gols, 38 no total, sofreu apenas onze gols nas eliminatórias, e teve o melhor saldo de gols. Liderança absoluta e classificação para a Rússia com mais de um ano de antecedência.

Pentacampeã, a seleção brasileira chega à Copa com o pensamento no hexa. O atual momento é o segundo maior da história quando o assunto é jejum de títulos mundiais. Apenas entre as conquistas de 1970 e 1994 supera os 16 anos de seca.

E o Brasil tem um desafio ainda maior: apagar a imagem do 7 a 1 e recuperar de vez a confiança do torcedor. A derrota em casa para os alemães na semifinal da Copa passada ainda atormenta os brasileiros. Não será fácil esquecer a fatídica derrota para os alemães, mas tudo pode mudar com a sexta estrela no peito. Após as conquistas de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, será que o hexa vem em 2018?

Para chegar à sexta conquista, o Brasil possui duas lideranças. Fora das quatro linhas, Tite é praticamente unanimidade entre os brasileiros, que confiam na sua seriedade e competência no comando da equipe.

Dentro de campo, cabe à Neymar o papel de protagonista. E alguém duvida do camisa 10 do PSG? O craque revelado no Santos já mostrou ao mundo do que é capaz. Seus dribles desconcertantes, assistências geniais e vasto repertório de gols faz com que ele seja a liderança técnica natural da equipe.

Para o azar das defesas adversárias, Neymar ainda terá ao seu lado jogadores como Paulinho, Philippe Coutinho, Willian e Gabriel Jesus. Fica a dica para os adversários: preparem as defesas.

O Brasil estreia na Copa contra a Suíça, neste domingo, às três da tarde, horário de Brasília. Na segunda rodada, a adversária será a Costa Rica, no dia 22. A seleção fecha a primeira fase contra a Sérvia, no dia 27. Se garantir sua classificação para as oitavas, os brasileiros irão enfrentar uma das equipes do grupo F, que conta com Alemanha, Coreia do Sul, México e Suécia. E se vierem eles de novo, esperamos que dessa vez a história seja outra, com final feliz para os brasileiros.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

Agência do Rádio



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