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Vendas de varejo avançam 2,3% em 2018, aponta IBGE

No acumulado do ano, o maior impacto pela alta veio do setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo

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Por Juliana Gonçalves 

As vendas no varejo do mercado brasileiro avançaram 2,3% em 2018, segundo dados divulgadas pelo IBGE nesta quarta-feira (13). O resultado é o melhor apresentado pelo Instituto desde 2013.

Apesar do resultado expressivo, as duas altas seguidas, de 2,1% em 2017 e 2,3% em 2018, não foram suficientes para compensar as perdas de 2015 e 2016. O setor ainda está 7% abaixo do patamar em que operava em 2014.

Ou seja, apesar do crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos, o setor ainda não se recuperou da queda de 10,3% sofrida nos anos anteriores. 

Mesmo com o desempenho positivo registrado no ano passado, em dezembro, o setor ainda apresentou um recuo de 2,2%, na comparação com novembro. Na retração do último mês de 2018, cinco das oito atividades analisadas pelo instituto apresentaram comportamento negativo.

Os recuos que mais influenciaram em dezembro, na relação com o mês anterior, vieram dos artigos pessoais e domésticos, com recuo de 13,1%; dos móveis e eletrodomésticos, com recuo de 5,1%; e dos tecidos, vestuários e calçados com queda de 3,7%. Os três segmentos, porém, apresentaram alta no mês novembro. 

No acumulado do ano, o maior responsável pela alta de 2,3% foi o setor hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. O maior impacto negativo veio dos combustíveis e lubrificantes, com recuo de 5%.
 

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.


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As vendas no varejo do mercado brasileiro avançaram 2,3% em 2018, segundo dados divulgadas pelo IBGE nesta quarta-feira (13). O resultado é o melhor apresentado pelo Instituto desde 2013.

Apesar do resultado expressivo, as duas altas seguidas, de 2,1% em 2017 e 2,3% em 2018, não foram suficientes para compensar as perdas de 2015 e 2016. O setor ainda está 7% abaixo do patamar em que operava em 2014.

Ou seja, apesar do crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos, o setor ainda não se recuperou da queda de 10,3% sofrida nos anos anteriores. 

Mesmo com o desempenho positivo registrado no ano passado, em dezembro, o setor ainda apresentou um recuo de 2,2%, na comparação com novembro. Na retração do último mês de 2018, cinco das oito atividades analisadas pelo instituto apresentaram comportamento negativo.

Os recuos que mais influenciaram em dezembro, na relação com o mês anterior, vieram dos artigos pessoais e domésticos, com recuo de 13,1%; dos móveis e eletrodomésticos, com recuo de 5,1%; e dos tecidos, vestuários e calçados com queda de 3,7%. Os três segmentos, porém, apresentaram alta no mês novembro. 

No acumulado do ano, o maior responsável pela alta de 2,3% foi o setor hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. O maior impacto negativo veio dos combustíveis e lubrificantes, com recuo de 5%.

Reportagem, Juliana Gonçalves